domingo, 4 de maio de 2014

PROJETO DE TRABALHO TEMA: Práticas corporais e atividades físicas e lazer voltado para cultura da paz.

PROJETO DE TRABALHO TEMA: Práticas corporais e atividades físicas e lazer voltado para cultura da paz. Duração: de 7 a 11 de Abril Publico alvo: Educação infantil ao 5° ano JUSTIFICATIVA No mundo de hoje, somos de certa forma, obrigados ou convidados a viver e conviver diariamente com as mais diversas formas de violência onde afeta diretamente o desenvolvimento das nossas crianças que muitas vezes também são vítimas da violência infantil dentro e fora de seus lares. Este projeto se justifica pela necessidade de se refletir as praticas corporais e atividades físicas e lazer voltado para cultura da paz. Neste sentido, o projeto surge da necessidade de através das mais variadas atividades lúdicas, principalmente as brincadeiras cooperativas para promover o desenvolvimento da cooperação entre as crianças resgatando o potencial de viver juntos à partir de uma educação para paz, que visa a melhoria da qualidade de vida num exercício de convivência comunitária e solidária.Torna-se extremamente necessário está desenvolvendo este projeto para que possamos viver em um mundo melhor e mais harmônico. OBJETIVOS GERAIS  Brincadeiras dentro de uma perspectiva da cultura da paz fortalecendo as relações interpessoais para minimizar as manifestações de agressividade nos jogos e brincadeiras infantis estimulando atitudes de sensibilização, cooperação, comunicação e solidariedade dentro e fora da escola.; OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Desenvolver o brincar cooperativo; construção de valores e atitudes positivas à convivência com o outro;  Desenvolvimento de habilidades motoras: coordenação motora fina e ampla, andar, saltar, pular, equilíbrio, desenhar, pintar, recortar, tocar, colar, pegar, sentir, correr, dançar, abraçar, amassar, modelar, criar com as mãos, etc.  Saber respeitar as pessoas e suas diferenças;  Junção das praticas corporais e atividades físicas e lazer com a cultura de paz na escola; CONTEÚDOS ABORDADOS  Conceitos de: paz, guerra, violência, amizade, solidariedade, respeito mútuo, amor, justiça, união, honestidade, tolerância, e confiança etc;  Praticas corporais e atividades físicas e lazer; ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO  Desenvolvimento de brincadeiras cooperativas;  Construção coletiva de lista com nomes de símbolos da paz e ilustração dos mesmos em tamanho grande: bandeira branca, pombos brancos, mãos entrelaçadas etc;  Leitura, cânticos,poesia, símbolos, musicas(Gilberto Gil(Paz),Gabriel o Pensador(Paz) Roupa nova(a paz);brincadeiras e interpretações de letras de músicas com a temática da Paz/praticas corporais e atividades físicas e lazer;  Atividades de recorte e colagem, pinturas e desenhos;  Contação de histórias;  Dramatizações;  Criação e ensaios de coreografias;  Dialogo sobre o que é para os estudantes as praticas corporais e atividades físicas e lazer voltado para cultura da paz. (A medida que o aluno for falando escrever e colocar no mural);  Apresentação do hino da paz pela paz;(Roberto Carlos)  Atividades sobre o livro um mundinho de paz; (http://pedagogiadaservi.blogspot.com.br/2013/06/um-mundinho-de-paz.html);  Cantar o hino da paz com as crianças caracterizadas;  Pequena gincana com praticas corporais e atividades físicas e lazer voltado para cultura da paz;  Trabalhar história em quadrinhos, acrósticos, palavras cruzadas, paródias etc.  Filmes ou slide sobre o projeto;  Questionamentos: O que viram? O que sentiram? O que acham das imagens exibidas? O que foi exibido está próximo ou distante da nossa realidade? É possível construir um mundo diferente? Como cada um de nós pode contribuir para uma convivência de paz e solidariedade na comunidade e no mundo? RECURSOS NECESSÁRIOS  Todos os recursos necessários à realização das atividades com as crianças tais como: DVD, CD com vídeos e musicas , tnt , cartolinas,tinta guache, balões, algodão, cola quente, cartazes, cola comum, lápis de cores, hidrocor, roupas na cor branca, etc; CULMINÂNCIA As atividades do projeto serão desenvolvidas para além da promoção de novas aprendizagens, desenvolvimentos de valores e atitudes positivas, e terá como culminância apresentações, coreografias e musicas; AVALIAÇÃO Será continua e processual, observando-se todos os elementos do projeto desde a sua apresentação a participação e interesse dos estudantes, bem como as aprendizagens, demonstração de atitudes e valores construídos ao longo do projeto.

PROJETO ALUNO ESTRELA 2014

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO JOSÉ GONÇALVES DE MINAS PROJETO ALUNO ESTRELA 2014 PERÍODO: A partir da segunda semana de Maio. PUBLICO ALVO: Da educação infantil ao 5° ano. JUSTIFICATIVA O processo de alfabetização tem sido um grande desafio a ser enfrentado pelo professor alfabetizador e pela sociedade que almeja uma educação de qualidade em nossas escolas. O trabalho de leitura que será desenvolvido com os alunos para melhorar a leitura e a interpretação. Buscando uma maneira de mudar esta realidade, foi desenvolvido o Projeto Aluno Estrela, como proposta de intervenção na educação infantil e nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Segundo Emília Ferreiro e Ana Teberosky, o aluno não é alfabetizado pelo professor, mas ele próprio se alfabetiza à medida que vai interagindo com a leitura e a escrita, até que ele próprio consiga compreender, de forma conceitual, o que é ler e escrever.Partindo destas dificuldades de leitura e escrita dos alunos que proponhamos executar o Projeto “Aluno Estrela”. OBJETIVOS • Desenvolver a expressão oral e escrita; • Reforçar o prazer da leitura pelo esforço de aprender e melhorar os estudos; • Incentivar o hábito da leitura e escrita; DESENVOLVIMENTO Confecção de banco de textos para incentivar a participação dos alunos onde eles irão levar para casa um texto e treinar a leitura e o professor(a) irá observar a leitura dos mesmos. De acordo com o combinado que o professor fará com seu aluno a cada sexta feira da semana ele colocará ou pintará uma estrelinha. Todos serão aluno estrela, quando conseguir (colocar ou pintar) as 10 estrelinhas no painel e terá direito a um prêmio oferecido pelo professor(a).A medida que forem surgindo os alunos estrela será colocado um painel com a foto e o nome do aluno estrela.Com isto incentivará os demais alunos a conseguirem as estrelinhas faltosas e automaticamente melhorar o comportamento e incentivar a leitura de (textos,alfabeto,silabas etc) e posteriormente a escrita correta das palavras, partindo que a leitura auxilia na escrita. MATERIAL Textos confeccionados encapados e organizados em uma caixa. Ficha do alfabeto /Silabas/palavras, frases e textos; AVALIAÇÃO Observação da desenvoltura dos alunos seu empenho nas realizações das atividades proposta e a importância da continuidade ou não deste projeto ou de outros com os mesmos objetivos de forma permanente. Conte sempre conosco

domingo, 20 de abril de 2014

Sugestões de atividades portugues e matematica 5° ano

Sugestões de atividades portugues e matematica 5° ano http://navegarproinfo.blogspot.com.br/2014/04/apostila-de-descritores-de-portugues-5.html http://navegarproinfo.blogspot.com.br/2014/04/cadernos-de-atividades-de-matematica-5.html

Personalidade pode ter impacto direto no desempenho escolar

Personalidade pode ter impacto direto no desempenho escolar É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Instituto Ayrton Senna Fonte: Jornal Nacional Um grupo de crianças está desenvolvendo suas competências não cognitivas, mas pode chamar também de competências socioemocionais. Complicou? Tatiana Filgueiras, coordenadora de Avaliação e Desenvolvimento do Instituto Ayrton Senna, traduz. “São dois nomes novos para falar de coisas muito conhecidas nossas, como responsabilidade, compromisso, abertura, perseverança e criatividade”, explica. O Instituto fez uma pesquisa inédita no Brasil para entender como essas características influenciam no aprendizado das crianças. Descobriu que quem tem organização, foco e responsabilidade, por exemplo, pode aprender até 30% mais de matemática em um ano letivo. Quando a disciplina é o português, as competências socioemocionais mais importantes são o protagonismo e a abertura. Tatiana explica essas duas características: “Abertura é característica do aluno que é mais curioso, mais aberto ao erro, mais aberto ao novo e que não tem medo de errar. Protagonismo é o menino que se sente no controle da própria vida, ele não é vítima dos acontecimentos”. Para ficar ainda mais claro, vamos a um exemplo prático. Adriana Monteiro, de 13 anos, é o protagonismo e a abertura em pessoa. Ela fala da importância da leitura. “Ler é abrir novas portas. Eu me sinto livre quando começo a ler”, diz a adolescente. Comprovadas pela pesquisa, essas características ajudam no desenvolvimento dos alunos na escola. Mas não dá para ensinar foco ou protagonismo em sala de aula. Ou, pelo menos, não dá para fazer essas características em uma aula comum. Por isso, em uma escola estadual de São Paulo muitas das aulas são na sala de leitura. Não se trata de uma biblioteca, mas sim de um espaço de integração de toda a escola, onde muitas das explicações são dadas pelos próprios alunos. “Melhora muito, porque eles falam a mesma linguagem. Algumas vezes eu explico de uma forma e tem aluno que não consegue entender. Então, o colega explica e ele entende”, afirma a professora de matemática Patrícia Cruz Dias. Para os pesquisadores, estimular de forma correta essas características, por meio da escola, da família e da comunidade, pode ser uma poderosa ferramenta para melhorar a educação no país.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

sugestões para trabalhar a copa do mundo

Neste link você encontra sugestões para trabalhar a copa do mundo http://misturadealegria.blogspot.com.br/2014/04/camisas-dos-paises-participantes-da.html

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Sugestões para trabalhar cada nivel de escrita

NÍVEL DA ESCRITA PRÉ-SILÁBICO - Desenhar e escrever o que desenhou; - Usar o nome em situações significativas: marcar atividades, objetos, utilizá-Io em jogos, bilhetes, etc; - Ouvir leitura feita diária pela professora e poder recontá-Ia; - Ter contato com diferentes portadores de textos; - Freqüentar a biblioteca, banca de jornais, elc; - Reconhecer e ler o próprio nome em situações significativas: chamadas, jogos, etc; - Conversar sobre a função da escrita; - Utilizar letras móveis para pesquisar nomes, reproduzir o próprio nome ou dos amigos; - Bingo de letras; - Produção oral de histórias; - Escrita espontânea; - Textos coletivos tendo o professor como escriba; - Aumentar o repertório de letras; - Leitura dos nomes das crianças da classe, quando isto for significativo. - Comparar e relacionar palavras; - Produzir textos de forma não convencional; - Identificar personagens conhecidos a partir de seus nomes, ou escrever seus nomes de acordo com sua possibilidade; - Recitar textos memorizados: parlendas, poemas, músicas, etc; - Atividades em que seja preciso reconhecer a letra inicial e a letra final; - Atividades que apontem para a variação da quantidade de letras; - Completar palavras usando a letra inicial e final; - Escrita de listas em que isto tenha significado: listar o que usamos na hora do lanche, o que tem numa festa de aniversário, etc NÍVEL DA ESCRITA SILÁBICO QUANDO A CRIANÇA SE ENCONTRA NA HIPÓTESE SILÁBICA DE ESCRITA PODEMOS TRABALHAR AS SEGUINTES ATIVIDADES: - Desenhar e escrever o que desenhou; - Usar o nome em situações significativas: marcar atividades, objetos, utilizá-Io em jogos, bilhetes, etc; - Ouvir leitura feita diária pela professora e poder recontá-Ia; - Ter contato com diferentes portadores de textos; - Freqüentar a biblioteca, banca de jornais, elc; - Reconhecer e ler o próprio nome em situações significativas: chamadas, jogos, etc; - Conversar sobre a função da escrita; - Utilizar letras móveis para pesquisar nomes, reproduzir o próprio nome ou dos amigos; - Bingo de letras; - Produção oral de histórias; - Escrita espontânea; - Textos coletivos tendo o professor como escriba; - Aumentar o repertório de letras; - Leitura dos nomes das crianças da classe, quando isto for significativo. - Comparar e relacionar palavras; - Produzir textos de forma não convencional; - Identificar personagens conhecidos a partir de seus nomes, ou escrever seus nomes de acordo com sua possibilidade; - Recitar textos memorizados: parlendas, poemas, músicas, etc; - Atividades em que seja preciso reconhecer a letra inicial e a letra final; - Atividades que apontem para a variação da quantidade de letras; - Completar palavras usando a letra inicial e final; - Escrita de listas em que isto tenha significado: listar o que usamos na hora do lanche, o que tem numa festa de aniversário, etc. - Comparar e relacionar escritas de palavras diversas. - Escrever pequenos textos memorizados (parlendas, poemas, músicas, trava-línguas...). -Completar palavras com letras para evidenciar seu som: camelo = c m l ou a e o. - Relacionar personagens a partir do nome escrito. - Relacionar figura às palavras, através do reconhecimento da letra inicial. -Ter contato com a escrita convencional em atividades significativas: Reconhecer letras em um pequeno texto conhecido. - Leitura de textos conhecidos. - Relacionar textos memorizados com sua grafia. -Cruzadinhas. - Caça-palavras. - Completar lacunas em textos e palavras. - Construir um dicionário ilustrado, desde que o tema seja significativo. - Evidenciar rimas entre as palavras; - Usar o alfabeto móvel para escritas significativas; -Jogos variados para associar o desenho e seu nome; - Colocar letras em ordem alfabética; - Contar a quantidade de palavras de uma frase. NÍVEL DA ESCRITA SILÁBICO-ALFABÉTICO - Desenhar e escrever o que desenhou; - Usar o nome em situações significativas: marcar atividades, objetos, utilizá-Io em jogos, bilhetes, etc; - Ouvir leitura feita diária pela professora e poder recontá-Ia; - Ter contato com diferentes portadores de textos; - Freqüentar a biblioteca, banca de jornais, elc; - Reconhecer e ler o próprio nome em situações significativas: chamadas, jogos, etc; - Conversar sobre a função da escrita; - Utilizar letras móveis para pesquisar nomes, reproduzir o próprio nome ou dos amigos; - Bingo de letras; - Produção oral de histórias; - Escrita espontânea; - Textos coletivos tendo o professor como escriba; - Aumentar o repertório de letras; - Leitura dos nomes das crianças da classe, quando isto for significativo. - Comparar e relacionar palavras; - Produzir textos de forma não convencional; - Identificar personagens conhecidos a partir de seus nomes, ou escrever seus nomes de acordo com sua possibilidade; - Recitar textos memorizados: parlendas, poemas, músicas, etc; - Atividades em que seja preciso reconhecer a letra inicial e a letra final; - Atividades que apontem para a variação da quantidade de letras; - Completar palavras usando a letra inicial e final; - Escrita de listas em que isto tenha significado: listar o que usamos na hora do lanche, o que tem numa festa de aniversário, etc. - Comparar e relacionar escritas de palavras diversas. - Escrever pequenos textos memorizados (parlendas, poemas, músicas, trava-línguas...). -Completar palavras com letras para evidenciar seu som: camelo = c m l ou a e o. - Relacionar personagens a partir do nome escrito. - Relacionar figura às palavras, através do reconhecimento da letra inicial. -Ter contato com a escrita convencional em atividades significativas: Reconhecer letras em um pequeno texto conhecido. - Leitura de textos conhecidos. - Relacionar textos memorizados com sua grafia. -Cruzadinhas. - Caça-palavras. - Completar lacunas em textos e palavras. - Construir um dicionário ilustrado, desde que o tema seja significativo. - Evidenciar rimas entre as palavras; - Usar o alfabeto móvel para escritas significativas; -Jogos variados para associar o desenho e seu nome; - Colocar letras em ordem alfabética; - Contar a quantidade de palavras de uma frase. - Separar as palavras de um texto memorizado; - Generalizar os conhecimentos para escrever palavras que não conhece: associar o "GA' do nome da "GABRlELA' para escrever "GAROTA', "GA VETA' ... ; - Ditado de palavras conhecidas; - Produzir pequenos textos; - Reescrever histórias. NÍVEL DA ESCRITA ALFABÉTICO - Desenhar e escrever o que desenhou; - Usar o nome em situações significativas: marcar atividades, objetos, utilizá-Io em jogos, bilhetes, etc; - Ouvir leitura feita diária pela professora e poder recontá-Ia; - Ter contato com diferentes portadores de textos; - Freqüentar a biblioteca, banca de jornais, elc; - Reconhecer e ler o próprio nome em situações significativas: chamadas, jogos, etc; - Conversar sobre a função da escrita; - Utilizar letras móveis para pesquisar nomes, reproduzir o próprio nome ou dos amigos; - Bingo de letras; - Produção oral de histórias; - Escrita espontânea; - Textos coletivos tendo o professor como escriba; - Aumentar o repertório de letras; - Leitura dos nomes das crianças da classe, quando isto for significativo. - Comparar e relacionar palavras; - Produzir textos de forma não convencional; - Identificar personagens conhecidos a partir de seus nomes, ou escrever seus nomes de acordo com sua possibilidade; - Recitar textos memorizados: parlendas, poemas, músicas, etc; - Atividades em que seja preciso reconhecer a letra inicial e a letra final; - Atividades que apontem para a variação da quantidade de letras; - Completar palavras usando a letra inicial e final; - Escrita de listas em que isto tenha significado: listar o que usamos na hora do lanche, o que tem numa festa de aniversário, etc. - Comparar e relacionar escritas de palavras diversas. - Escrever pequenos textos memorizados (parlendas, poemas, músicas, trava-línguas...). -Completar palavras com letras para evidenciar seu som: camelo = c m l ou a e o. - Relacionar personagens a partir do nome escrito. - Relacionar figura às palavras, através do reconhecimento da letra inicial. -Ter contato com a escrita convencional em atividades significativas: Reconhecer letras em um pequeno texto conhecido. - Leitura de textos conhecidos. - Relacionar textos memorizados com sua grafia. -Cruzadinhas. - Caça-palavras. - Completar lacunas em textos e palavras. - Construir um dicionário ilustrado, desde que o tema seja significativo. - Evidenciar rimas entre as palavras; - Usar o alfabeto móvel para escritas significativas; -Jogos variados para associar o desenho e seu nome; - Colocar letras em ordem alfabética; - Contar a quantidade de palavras de uma frase. - Separar as palavras de um texto memorizado; - Generalizar os conhecimentos para escrever palavras que não conhece: associar o "GA' do nome da "GABRlELA' para escrever "GAROTA', "GA VETA' ... ; - Ditado de palavras conhecidas; - Produzir pequenos textos; - Reescrever histórias. - Leituras diversas; - Escrita de listas de palavras que apresentem as mesmas regularidades ortográficas em momentos em que isto seja significativo; - Atividades a partir de um texto: leitura, localização de palavras ou frases; ordenar o texto; -jogos diversos como bingo de letras e palavras; forca ... TODOS OS CRÉDITOS AO BLOG: http://www.ensinar-aprender.com.br/

domingo, 2 de março de 2014

Desobediência excessiva pode ser transtorno", diz psiquiatra infantil retirado do blog educando com arte

Desobediência excessiva pode ser transtorno", diz psiquiatra infantil retirado do blog educando com arte Em entrevista, o especialista Gustavo Teixeira, autor do livro "O reizinho da casa", explica as diferenças entre uma simples birra e o transtorno desafiador opositivo; Discordar, desobedecer ou se opor são atitudes normais e, até mesmo, esperadas quando uma criança é contrariada ou repreendida. Esse comportamento está longe de ser preocupante no dia a dia. Entretanto, quando ele começa a interferir na rotina da criança trazendo sofrimento e dor, os pais devem ficar atentos. Em seu novo livro "O reizinho da casa" (Editora BestSeller), o psiquiatra especialista em infância e adolescência Gustavo Teixeira explica que a desobediência excessiva pode indicar que a criança sofre de transtorno desafiador opositivo. Confira, na entrevista abaixo, como os pais podem identificar e lidar com essa condição: Uma das características da criança com transtorno desafiador opositivo é a dificuldade de trabalhar em grupo na escola Discordar, desobedecer ou se opor são atitudes normais e, até mesmo, esperadas quando uma criança é contrariada ou repreendida. Esse comportamento está longe de ser preocupante no dia a dia. Entretanto, quando ele começa a interferir na rotina da criança trazendo sofrimento e dor, os pais devem ficar atentos. Em seu novo livro "O reizinho da casa" (Editora BestSeller), o psiquiatra especialista em infância e adolescência Gustavo Teixeira explica que a desobediência excessiva pode indicar que a criança sofre de transtorno desafiador opositivo. Confira, na entrevista abaixo, como os pais podem identificar e lidar com essa condição: iG: A criança desafiadora ou desobediente deve ser fonte de preocupação para os pais? Gustavo Teixeira: É natural que toda criança durante seu desenvolvimento tenha um comportamento desobediente, opositor. Não podemos achar que tudo é patologia. Só podemos estabelecer que é um transtorno, nesse caso chamado de transtorno desafiador opositivo, quando os sintomas presentes no dia a dia dessa criança são tão graves e incapacitantes que interferem diretamente em sua vida. Provoca dor e sofrimento para ela e para todos que a cercam. Essa criança tem prejuízos significativos na escola ou na área social. Existe dor. Encontramos famílias completamente desestruturadas por causa desse problema. iG: Quais sinais indicam que o filho está cruzando o limite de apenas “ser criança” para poder ser caracterizado o transtorno desafiador positivo? Gustavo Teixeira: São dois parâmetros que precisamos prestar atenção: o funcionamento acadêmico e o social. Quando o sintoma é grave a ponto de suspeitar do transtorno, essa criança terá prejuízo acadêmico. Ela não gosta de trabalhar em grupo, desafia professores, não aceita fazer dever em casa ou sala. Além disso, tem o parâmetro social, que vai ser o principal indicador. A criança terá dificuldade de se relacionar com iguais, vai se opor a tudo, brigar com figuras de autoridade, desafiar orientações de adultos de uma forma geral. O funcionamento social será bastante problemático. É preciso ficar alerta para esses sinais. O que causa o transtorno desafiador opositivo?Gustavo Teixeira: Esse transtorno, como outros, apresenta causas biológicas que a ciência ainda não sabe exatamente quais são. Também existem os desencadeadores ambientais. Estudos mostram que a criança que vive em lares com pais agressivos ou com normas demasiadamente rígidas pode apresentar o transtorno. Outro gatilho importante é o núcleo familiar que utiliza métodos exatamente opostos ao mencionado, ou seja, famílias sem regra alguma. Nesse cenário, a criança acaba manipulando o pai e a mãe e se torna o “reizinho” ou “rainhazinha” da casa. Os pais se desautorizam na frente da criança, ela não tem hora para almoçar, para fazer lição de casa, para tomar banho. Não existem regras a serem seguidas. Esse é um exemplo de criação parental problemática. Quando uma criança tem transtorno desafiador opositivo é mandatório fazer uma orientação com os pais porque eles também fazem parte do problema. Gustavo Teixeira: Esse transtorno, como outros, apresenta causas biológicas que a ciência ainda não sabe exatamente quais são. Também existem os desencadeadores ambientais. Estudos mostram que a criança que vive em lares com pais agressivos ou com normas demasiadamente rígidas pode apresentar o transtorno. Outro gatilho importante é o núcleo familiar que utiliza métodos exatamente opostos ao mencionado, ou seja, famílias sem regra alguma. Nesse cenário, a criança acaba manipulando o pai e a mãe e se torna o “reizinho” ou “rainhazinha” da casa. Os pais se desautorizam na frente da criança, ela não tem hora para almoçar, para fazer lição de casa, para tomar banho. Não existem regras a serem seguidas. Esse é um exemplo de criação parental problemática. Quando uma criança tem transtorno desafiador opositivo é mandatório fazer uma orientação com os pais porque eles também fazem parte do problema