domingo, 10 de novembro de 2013

Dicas de como poupar a voz em sala de aula

Dicas de como poupar a voz em sala de aula Elaborado por: Profa.Lorena Costa Rosa Procure controlar a disciplina das crianças com mudanças de atividades ou condutas e não com gritos. Preste atenção nas dicas: Aproxime-se dos alunos para dar ordens, use apitos, assobios, bater palmas para chamar a atenção, dirija-se sempre para um específico canto da sala quando quiser silêncio, abaixe o tom da voz até que seja necessário que eles precisem observar o que está falando (leitura labial). Faça os alunos mexerem de vez em quando, troque de lugar as famosas “panelinhas”. Caminhe pela sala de aula enquanto explica a matéria. Se possível use aulas expositivas. Use a pontuação como sua aliada, dê pontos de conceito. Incentive a participação dos alunos, com isso as aulas serão mais dinâmicas e você poupará a voz. Faça círculos na sala de aula. Faça-os trabalharem em grupo ou em dupla. Se estiverem inquietos, dê dois minutos para fazerem o que quiserem. Se necessário falar com um aluno específico, dirija-se a ele. Não fale fora do seu tom habitual (mais agudo ou mais grave). Quando estiver escrevendo no quadro negro, evite falar olhando para a classe, isso provoca mau posicionamento da laringe. Se possível adote um microfone. Mantenha na sala de aula uma garrafa com água (temperatura ambiente) e beba sempre que possível. E não se esqueça, é necessário que se consuma de seis a oito copos de água por dia. Evite ambientes com ar condicionado. Use roupas confortáveis (roupas apertadas inibem a respiração e podem atrapalhar a postura). Utilize pano úmido para apagar o quadro, o pó de giz causa irritação. Fique atento à postura corporal, quando incorreta sobrecarrega a musculatura da laringe. Não fume e evite fumar e permanecer em ambientes de fumantes. Realize o aquecimento e o desaquecimento vocais, orientados pelo seu fonoaudiólogo. Beba bastante água durante as aulas Beba a água em pequenos goles de 15 em 15 minutos Descubra um tom de voz para que possa falar sem grande esforço Mantenha o corpo relaxado enquanto fala, principalmente a região do pescoço Lembre-se de respirar o suficiente para completar o que quer dizer Fale de frente para a classe, articule bem as palavras, deixe seu corpo falar também Alimente-se bem, com qualidade, evitando longos períodos de jejum Faça sempre repouso vocal entre uma aula e outra Ordene as cadeiras em forma de meia lua para que recebam bem o som de sua voz (veja figura abaixo) Não faça uso de drops, pastilhas ou sprays para melhorar a rouquidão Nunca se automedique Evite forçar a voz em outras atividades além de lecionar Evite falar enquanto faz exercícios físicos Evite choques térmicos (café quente e água gelada) Jamais grite Evite cigarro, álcool e drogas ilícitas Opte por alimentos não congelados e pouco condimentados Utilize recursos audiovisuais para poupar a voz Evite falar muito quando estiver resfriado ou gripado Não cante ou fale fora de seu tom Não tente usar de forma profissional uma voz que não seja a sua, evite imitações.

SUGESTÃO DE RELATÓRIO BIMESTRAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

SUGESTÃO DE RELATÓRIO BIMESTRAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL a) Adaptação Escolar A criança demonstrou alguma dificuldade em sua adaptação? Adaptou-se bem ao grupo? Estabeleceu relações com as crianças de ambos os sexos? Seu papel no grupo foi ativo ou passivo? Demonstrou comportamento agressivo nesse período? b) Coordenação Motora Geral Tem bom controle muscular? Tem agilidade e destreza nos movimentos? Sobe e desce degraus? Cai ou tropeça com facilidade? Corre com facilidade? Acompanha os gestos das músicas cantadas pelos colegas? Encaixa com facilidade as peças dos materiais pedagógicos? Faz corretamente os exercícios de Educação Física? Coopera com os colegas nas aulas de Educação Física? c) Linguagem Oral Obedece às ordens dadas? Seu vocabulário está coerente com sua faixa etária? Nomeia objetos? Faz os exercícios fono-articulatórios corretamente? Consegue ajudar a professora a contar uma história? Participa dos teatros de fantoche? Participa das aulas de teatro? d) Natureza Tem interesse em conhecer os animais? Conhece as características dos animais? Imita o som dos animais estudados? Tem interesse em conhecer as frutas? Conhece as características das frutas? e) Sociedade Conhece a história de quando nasceu? Conhece e nomeia os membros da família? Conhece e nomeia os meios de transporte? Tem noções de higiene? f) Artes Tem interesse em fazer atividades de artes? É criativo? Gosta de trabalhar com diferentes materiais? Coopera nas aulas de artes? g) Matemática Conhece as cores trabalhadas? Assimilou os conteúdos aprendidos? h) Aspectos Emocionais É uma criança tranquila? É uma criança irrequieta? Tem necessidade de movimentação contínua? Irrita-se por qualquer motiv o? É tímida com os colegas? É tímida com os adultos? É uma criança desinibida? É uma criança expansiva? Apresenta carinho pelos colegas? Apresenta carinho pelos professores e funcionários? Sabe resolver seus problemas? Está sempre satisfeita? É indiferente com as manifestações de afeto? É emotiva? Chora por qualquer coisa? Faz birras com frequencia? Não aceita ser contrariada? Quer tudo para si, não cede, nem reparte? É generosa, boa e acolhedora? Sabe enfrentar dificuldades? Sabe-se defender? É impaciente? Acata com prazer as ordens dadas? Desobedece sempre pelo prazer de contrariar? i) Aspectos Sociais Éuma criança comunicativa? Gosta de brincar em grupo? Necessita ser estimulada para para ficar no grupo? Sabe brincar em grupo? Demonstra amizade pelos colegas? Demonstra amizade pelos funcionários? Consegue resolver suas dificuldades durante as brincadeiras? Agride sem motivo aparente? j) Em Classe Consegue se concentrar durante as atividades? Dispersa-se por qualquer coisa durante as atividades? Tem interesse em tudo que é dado? É independente para realizar suas atividades? Apresenta organização em seu trabalho? Demonstra cuidado com o material da escola? Tem raciocínio rápido? Tem interesse em ouvir histórias? Fonte: CMEI DJBMA

Por que o aluno da atualidade não quer aprender?

Por que o aluno da atualidade não quer aprender? Hoje me deparei com esta imagem no Facebook. A pergunta da página que a publicou era a seguinte: Você concorda? Diante te tal frase e de tal pergunta resolvi responder aqui no blogue. Já que tenho por lema aqui refletir sobre a transformação que a educação pode trazer para a vida de um indivíduo. Primeiramente queria dizer que NÃO. Não concordo com esta frase. Muito pelo contrário creio que o desafio do professor da atualidade seja justamente fazer com que aluno saiba qual é o significado da escola na vida dele. Por que digo isto? Basta olharmos para o lado e veremos nossos alunos, que dentro de sala de aula são considerados "monstrinhos" para observar que estão sempre aprendendo. Aprendem a soltar pipa, aprendem a fazer carrinhos de rolimã, aprender as regras de um jogo de video-game, aprendem a pegar um ônibus, a mexer nos celulares, computadores, tablets.. São surfistas, desenhistas, bailarinos... Tantas coisas que nem sei... Mas na escolas, NÃO QUEREM APRENDER. Não penso que a questão seja não querer aprender, mas ao contrário, não saber o que o ambiente trará de importante para suas vidas. O aluno vai à escola para ouvir o professor falando, agora com um recurso mais moderno como o datashow ou uma lousa digital, mas não entende o significado que a Física, a Química, a Matemática e a própria Língua Portuguesa tem em suas vidas. E pior, nem se dão conta de que utilizam conceitos destas ciências diariamente. Vejo muitos professores reclamando de condições e qualidade de ensino, e não discordo desta luta. Mas penso que a aprendizagem ou melhor, a falta de interesse pela aprendizagem escolar está ligada entre tantas coisas ao significado que o professor dá ao seu trabalho na escola. Falo como aluna e como professora. Para dar significado é preciso ter significado. Portanto o maior desafio do professor na atualidade é buscar significados para estimular aprendizagens. E isso requer muito mais do que planejar uma aula, entrar na sala e despejar conteúdos sobre a turma. Requer conhecimento do seu trabalho e do aluno.

sábado, 2 de novembro de 2013

ENCONTRO DO PACTO UNIDADE 2

Pauta 1 – Leitura do texto para deleite: A canoa (Paulo Freire); 2 – Registro dos encontros: reflexões individuais e trabalho em grupo; 3 – Orientação para confecção do portfólio: a) atividades com alunos; b) fichas do perfil da turma (PNAIC e SME); c) sequência didática com um livro de literatura do acervo (tarefa); d) fotos de uso do material do PNAIC (atividades e cantinhos); 4 – Leitura da seção “Iniciando a conversa”; 5 – Leitura do texto 1 (Planejamento do ensino: princípios didáticos e modos de organização do trabalho pedagógico) - Unidade 2; análise dos depoimentos das crianças, identificando em cada depoimento quais critérios elas usaram para avaliar as aulas das professoras; 6 – Resumo do texto 2 (Rotina na alfabetização: integrando diferentes compo­nentes curriculares) - Unidade 2; análise do quadro de rotina em comparação com a rotina sugerida pelo programa “Ler e Escrever” e a dos cursistas; 7 – Elaborar proposta de reorganização da rotina para o segundo semestre; 8 – Programa “Alfabetização e letramento”, da TVE . Salto para o futuro - anos iniciais do ensino fundamental - http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=5582 Tarefas (para casa e escola) 1 - Elaborar sequência didática com um livro de literatura do acervo; (Veja bons exemplo de sequências didáticas nos links abaixo: "Contos de fadas" http://www.slideshare.net/rbonater/sequncia-didtica-ermantina "Como começa" https://docs.google.com/file/d/0B9I8wlspav89NDBDUE5XazJSQjg/edit?pli=1 "Literatura infantil: identificando personagens e características" http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=9186 ) 2 - Ler o texto “Materiais didáticos no ciclo de alfabetização”, da seção “Compartilhando”, da Unidade 2, e fazer um levantamento dos materiais descritos no texto que estão na escola. Analisar os materiais e listar alguns a serem usados na turma de terceiro ano; 3 - Reler o texto 1 (Planejamento do ensino: princípios didáticos e modos de organização do trabalho pedagógico) - Unidade 2; refletir sobre a questão: Considerando os 10 princípios didáticos apresentados, como você avalia a sua prática? Resumo do texto 2 - Unidade 2 Rotina na alfabetização: integrando diferentes componentes curriculares Telma Ferraz Leal Juliana de Melo Lima No componente curricular Língua Portuguesa, os direitos de aprendizagem são organizados em quatro eixos centrais: leitura, produção de textos escritos, linguagem oral e análise linguística. No eixo da leitura, três dimensões interligadas precisam ser enfatizadas: 1 - a dimensão sociodiscursiva; 2 - o desenvolvimento de estratégias de leitura; e 3 - o domínio dos conhecimentos linguísticos. A dimensão sociodiscursiva está relacionada diretamente com os aspectos da interlocução. Saber antecipar sentidos, elaborar inferências, ativar conhecimentos prévios, estabelecer relações entre partes do texto, monitorar o processo de leitura, verificando se o que está sendo compreendido “faz senti­do”, dentre outras estratégias de leitura, são essenciais para lidar com os textos. Para que o leitor lance mão dessas estratégias, é necessário, ainda, que mobilize conhecimentos sobre o tema, sobre o gênero e sobre o vocabulário. Os conhecimentos linguísticos englobam o funcionamento do sistema alfabético, o domínio das correspondências entre letras e grupos de letras e fonemas e de algumas convenções ortográficas e conhecimentos sobre outros aspectos gramaticais que ajudam na constituição dos sentidos, como pontuação e paragrafação. Em relação ao eixo de produção de textos escritos também podem ser destacadas três dimensões do ensino: 1 - a dimensão sociodiscursiva; 2 - o desenvolvimento das estratégias de produção de textos; e 3 - o domí­nio dos conhecimentos linguísticos. Na dimensão sociodiscursiva, podem-se destacar as reflexões acerca do contexto de produção de textos. O desenvolvimento das estratégias de produção de textos abrange desde as estra­tégias de planejamento global dos textos, quanto as de planejamento em processo, revisão em processo, avaliação e revisão posterior do texto. A integração entre Língua Portuguesa e outros componentes curricu­lares é necessária para que se obtenham conhecimentos mais sólidos sobre as temáticas e sobre os propósitos de escrita e seus possíveis interlocutores. Assim, a tarefa de planejar o texto e revisar é muito mais contextualizada. O domínio dos conhecimentos linguísticos diz respeito aos conhecimentos sobre o sistema alfabético e convenções ortográfi­cas, mas também a outros conhecimentos linguísticos que ajudam a construir senti­dos nos textos, como o estabelecimento de coesão textual, pontuação, paragrafação, concordância. No eixo da oralidade, quatro dimensões principais podem ser contempladas: 1 - valo­rização dos textos de tradição oral; 2 - oralização do texto escrito; 3 - relações entre fala e escrita; e 4 - produção e compreensão de gêneros orais. No que se refere à análise lin­guística, as dimensões são: 1 - caracterização e reflexão sobre os gêneros e suportes textuais; 2 - reflexão sobre e uso de recursos linguísticos para constituição de efeitos de sentido em textos orais e escritos, incluindo a aprendizagem das convenções gramaticais; 3 - domínio do sistema alfabético e norma ortográfica; e 4 - ensino de nomen­claturas gramaticais. Os gêneros textuais devem ser objetos de ensino porque são instrumentos de interação, pois circulam na sociedade. Introduzindo-os na escola, fazemos com que o que se ensina na escola seja mais claramente articulado ao que ocorre fora dela. Assim, o gênero funciona como “um mo­delo comum”, como uma representação comunicativa, e a familiari­dade com os gêneros facilita a apreen­são das intenções comunicativas, pois cria expectativas sobre o que será lido/escutado e sobre os motivos pelos quais o conteúdo está sendo veiculado. Além disso, facilita o processo de produção, por criar esquemas sobre os modelos textuais “esperados” em determinadas situações de interlocução. Embora alguns gêneros sejam mais frequentes em determinada área do conhecimento, um mesmo texto pode ser trabalhado para mobilizar saberes diversos, de diferentes áreas. Portanto, precisamos planejar o ensi­no criando rotinas escolares que contemplem os qua­tro eixos citados anteriormente e proporcionem situações de leitura e produção de diferentes gêneros discursivos. -------------------------------------------------- Aprofundando o tema "gênero discursivo" DISCURSO É... "...a enunciação que supõe um locutor e um ouvinte, e no primeiro a intenção de influenciar o outro de algum modo (...) enfim, todos os gêneros em que há alguém dirigindo-se a alguém, enunciando-se como locutor e organizando o que ele diz na categoria da pessoa" (Benveniste). O enunciado é, nas palavras de Bakhtin, a “real unidade da comunicação discursiva. Porque o discurso só pode existir de fato na forma de enunciações concretas de determinados falantes, sujeitos do discurso. […] Os limites de cada enunciado concreto como unidade da comunicação discursiva são definidos pela alternância dos sujeitos do discurso, ou seja, pela alternância dos falantes. [...] Cada enunciado é um elo na corrente complexamente organizada de outros enunciados.” (Estética da Criação Verbal, pp. 274-5) São enunciados tanto as réplicas dos diálogos cotidianos (às vezes constituídas de uma só palavra ou uma só oração) quanto um poema, um romance ou um tratado científico. Os enunciados organizam-se em formas típicas composicionais, ou seja, falamos e escrevemos através de determinados gêneros do discurso (um dos três elementos ou fatores do enunciado, segundo Bakhtin). Mesmo no bate-papo mais descontraído, moldamos o discurso por determinadas formas de gênero, às vezes padronizadas e estereotipadas, às vezes mais flexíveis, plásticas e criativas. Ex.: gêneros cotidianos breves de saudações, despedida, felicitações, votos de toda espécie, informação sobre a saúde, as crianças etc. “Quanto melhor dominamos os gêneros, tanto mais livremente os empregamos, tanto mais plena e nitidamente descobrimos neles a nossa individualidade (onde isso é possível e necessário), refletimos de modo mais flexível e sutil a situação singular da comunicação; em suma, realizamos de modo mais acabado o nosso livre projeto de discurso.” (Estética da Criação Verbal, p. 285) Os gêneros discursivos: “[...] são tão indispensáveis para a compreensão mútua quanto as formas da língua.” são formas típicas de enunciado dadas ao falante, tão obrigatórias quanto as formas da língua (composição vocabular e estrutura gramatical). determinam a seleção das palavras segundo a especificação de gênero. determinam uma expressividade típica de certas palavras. (“Era uma vez...”, “Alô!”) Exemplo de trabalho com gênero no letramento escolar inicial goiânia, 2 de setenbro de 1997. sr. Presidente Fernando Herique? Não dechi matan os Passarinhos Porque enfeita a matureza Porque daci uns Dia Outros meninos e meninas não vai conhecer us Passarinhos Porque eles vãu tar mortu Puriso que eles e elas não vãi coise os Passarinhos eu espero que você Atemda u meu Pedido Aotora Lu (Texto de aluna da 1ª série. Fonte: Gêneros Textuais e Ensino, RJ: Lucerna, 2005.) Questionamentos: 1) É possível afirmar que a criança se apropriou de algumas características do gênero em questão? Por quê? 2) Que gênero se mescla ao gênero “carta” no enunciado da aluna? 3) Que tomada de posição é explicitamente defendida pela autora? Quais são seus argumentos? 4) Qual é a conclusão que reforça o ponto de vista tomado? 5) Quais são os conectivos utilizados? São adequados à construção do texto? 6) O que demonstra a mistura de formas (pronomes) de tratamento? 7) Como podemos constatar a dialogia e a polifonia neste texto?

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Dicas de produção de texto

A Produção de textos por si só, não faz com que o aluno evolua no seu processo de criação, mas sim a qualidade de intervenção que lhe é dada. SUGESTÕESDE REGISTRO PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS A análise da escrita deve acontecer tanto por parte dos alunos,quanto principalmente dos professores, pois é através da avaliação que o professor faz da produção de cada aluno que ele traçará metas e estratégias a serem desenvolvidas com o aluno/turma. REGISTRO PARA O ALUNO É muito bom que o aluno possa avaliar a sua produção de texto, descobrindo por si mesmo o que pode ser melhorado. Por isso segue abaixo uma sugestão de ficha de avaliação de texto que pode ser ampliada e modificada de acordo com o texto produzido e a turma em questão. AVALIANDOMINHA PRODUÇÃO 1. Coloquei título ? 2. O título está adequado ao texto? 3. Os parágrafos estão alinhados? 4. Minha produção está com um bom aspecto? 5. A letra está legível? 6. O tipo de texto que usei está de acordo com a proposta? 7. Usei a estrutura correta para esse tipo de texto? 8. Usei os sinais de pontuação adequados? 9. Fiz a correção da ortografia? 10.As frases estão claras? 11. O texto apresenta seqüência lógica (início, meio e fim)? Essa ficha pode ser feita, uma para cada aluno, como empréstimo, para que ele possa consultar e avaliar sua produção (colar em cartolina). O professor também pode utilizá-la para avaliar as produções dos alunos e assim, ter dados para tabular as dificuldades que cada aluno encontrou ao realizar a produção. FICHADE VERIFICAÇÃO – PRODUÇÃO DE TEXTOS Esse é mais um recurso que o professor deverá utilizar para tabular e detectaras dificuldades encontradas na produção de textos dos alunos. Detectados os problemas, o professor buscará estratégias, como a revisão coletiva ou individual dos textos, para aprimorar a escrita. Essa ficha também é um modelo para o professor e pode ser modificada de acordo com a necessidade e perfil da turma. TRATAMENTO DIDÁTICO Abaixo,estão relacionados alguns procedimentos didáticos para implementar uma prática continuada de produção de textos na escola: · oferecer textos escritos impressos de boa qua­lidade, por meio da leitura (quando os alunos ainda não lêem com independência, isso se torna possível mediante leituras de textos realizadas pelo professor, o que precisa, tam­bém,ser uma prática continuada e freqüen­te); São esses textos que podem se converter em referências de escrita para os alunos;(Na biblioteca iremos conseguir um acervo de livros literários, mas podemos pedir aos alunos que tragam de casa outros tipos de textos: informativos,instrucionais, entre outros. Podemos também oferecer aos alunos diferentes tipos de textos nas atividades xerocadas). · solicitar aos alunos que produzam textos mui­to antes de saberem grafá-los. Ditar para o professor, para um colega que já saiba escre­ver ou para ser gravado para ser ver em um vídeo é uma forma de viabilizar isso. Quando ainda não se sabe escrever, ouvir alguém lendo o texto que produziu é uma experiência importante;(É um bom trabalho para ser realizado na Ed. Infantil). · propor situações de produção de textos, em pequenos grupos, nas quais os alunos com­partilhem as atividades, embora realizando di­ferentes tarefa s: produzir propriamente, grafar e revisar. Essa é uma estratégia didáti­ca bastante produtiva porque permite que as dificuldades inerentes à exigência de coor­denar muitos aspectos ao mesmo tempo se­jam divididas entre os alunos. Eles podem, momentaneamente, dedicar-se a uma tarefa mais específica enquanto os outros cuidam das demais.São situações em que um aluno produz e dita a outro, que escreve, enquanto um terceiro revisa, por exemplo. Experimen­tando esses diferentes papéis enunciativos, envolvendo-se com cada um, a cada vez, numa atividade colaborativa, podem ir construindo sua competência para mais tarde realizar sozinhos todos os procedimentos envolvidos numa produção de textos.(A Oficina de textos é um trabalho muito rico. Antes do professor corrigir o texto que o aluno produziu, os colegas irão ler o texto, um dos outros e sugerir para o autor a correção necessária.Assim, discutindo, eles farão a revisão do texto e estarão em contato com diferentes formas de escrever – isso é um grande aprendizado. Peçam aos alunos que assinem o nome nas produções que leram. Depois desse trabalho de revisão, em diferentes duplas, o professor corrige o texto do aluno, utilizando os critérios de correção apresentados a seguir e o aluno irá redigi-lo fazendo as correções necessárias. A apresentação da sua produção para a apreciação é uma estratégia importante tanto para o aluno que apresenta, quanto para os alunos que são a platéia.Acredito que esse é um trabalho completo de produção de texto, mas que deve ser desenvolvido nas turmas que já construíram a base alfabética da escrita; caso contrário, não estaremos respeitando o processo de aquisição da leitura/escrita). SITUAÇÕES DE CRIAÇÃO Quando se pretende formar escritores competentes, é preciso também oferecer condições de os alunos criarem seus próprios textos e de avaliarem o percurso criador. Evidentemente, isso só se torna possível se tiverem constituído um amplo repertório de modelos, que lhes permita recriar, criar, recriar as próprias criações. É importante que nunca perca de vista que não há como criar do nada: é preciso ter boas referências.Por isso, formar bons escritores depende não só de uma prática continuada de produção de textos, mas de uma prática constante de leitura.(A leitura é imprescindível para a escrita, tanto no seu aspecto notacional quanto no funcionamento da linguagem). Uma forma de trabalhar a criação de textos são as oficinas ou ateliês de produção, (como já foi especificado anteriormente). Uma oficina é uma situação didática onde a proposta é que os alunos produzam textos tendo à disposição diferentes materiais de consulta, em função do que vão produzir. A possibilidade de avaliar o percurso criador é importante para a tomada de consciência das questões envolvidas no processo de produção de textos.Isso é algo que depende de o professor fazer com que os alunos exponham suas preferências, dificuldades ou as alternativas escolhidas e abandonadas. Esse trabalho de explicitação permite que, com o tempo, os procedimentos de análise propostos pelo professor se incorporem à prática de reflexão do aluno, favorecendo um controle maior sobre seu processo criador. Uma contribuição importante é conhecer o processo criador de outros autores, seja por meio de um contato direto, seja por meio de textos por eles escritos sobre o tema ou de vídeos, entre­vistas,etc. Finalmente,é importante destacar que nem todos os conteúdos são possíveis de serem trabalhados por meio de propostas que contextualizem a escrita de textos: às vezes, é preciso escrever unica­mente para aprender.O importante, de qualquer forma, é dar sentido às atividades de escrita. Por outro lado, considerar o texto como unidade básica do ensino de Língua Portuguesa não significa que, eventualmente, não seja neces­sário analisar unidades como as palavras e até mesmo as sílabas.

Teste de Personalidade

Teste de Personalidade Interrompendo um pouco a sessão de cinema para um rápido quiz... mas antes quero deixar claro que este quiz que indica seu tipo de personalidade é bem divertido, mas testes psicológicos são coisa séria e um único teste não oferece um resultado totalmente satisfatório para diagnosticar nenhum ser humano. Portanto, achei este teste de personalidade online interessante e o próprio site tem a responsabilidade de deixar claro que se trata de um teste para propósitos práticos e didátido do próprio site. Interessante inclusive para ser usado em seleções de emprego. Clique e descubra qual é o seu tipo de personalidade: http://sites.mpc.com.br/negreiros/quiz.html Obrigado pela visita, volte sempre.

33 dicas para estimular a produção textual

33 dicas para estimular a produção textual VÁRIAS DICAS FORAM “GARIMPADAS” NA INTERNET, OUTRAS SÃO SUGESTÕES DE COLEGAS, OUTRAS SÃO DE MINHA AUTORIA... UMA COLETÂNEA DE DICAS... DICA 1: Pedir aos alunos para fazerem um livro. Material Utilizado: 1 folha de sulfite Lápis de cor Giz de cera Caneta Lápis preto Peça a cada um que dobre a folha ao meio; na frente devem fazer a capa; no interior, o conteúdo; Pedir para escreverem uma auto biografia Tempo estimado: 1h15min Após a confecção do livro, pede-se que levantem-se e circulando pela sala, comprem e vendam os livros, assim, cada um terá um livro de uma pessoa diferente. Dá-se de 5 a 10 minutos para eles lerem o livro do colega. Cda aluno deverá, em rápidas palavras, descrever o livro que "comprou" e seu autor, ressaltando os pontos positivos. No final, faz-se o fechamento com uma análise do poder de leitura, interpretação de texto, forma de apresentação, auto-crítica, etc. Os livros podem ser expostos na sala de aula. Atenção: Evitar fazer avaliação do "melhor" ou pior livro, essa dinâmica tem por objetivo, o auto conhecimento. ------------------------------------------------------------------------------------------------ DICA 2 O professor deve ter em mãos um questionário com muitas questões inerentes a um dado tema; a sala deve estar em fileiras, com o mesmo número de alunos por fileira.. Cada primeiro aluno de cada fileira deve ter um pequeno papel. A professora lança uma pergunta e os primeiros alunos das fileiras devem tentar responder no papel e em seguida passar para o aluno de trás sem levantar. O mesmo acontece..até chegar no último que terá que levar até o professor.. O primeiro aluno que chegar ao professor, ganhará um ponto para sua fileira. Então cada aluno passa uma carteira pra trás.. até que o último seja o primeiro...para que outra pergunta seja feita.Além de ser uma forma diferente de estudar, eles aprendem também a trabalhar em equipe(fileiras) e lidar com vitórias e derrotas. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 3 - O AFOGANTE Sugestão: A professora inicia dizendo que em todos nós há um monstrinho dentro da nossa imaginação; que todos nós temos e ele se chama Afogante; - a prof. dá uma folha de sulfite para cada aluno; - a criança dobra uma folha de sulfite no sentido longitudinal; - escreve seu nome em letra cursiva, em tamanho grande; -recorta o contorno superior deste nome; - ao abrir a folha, terá confeccionado um "monstrinho", que é o Afogante; - então, desenha os olhinhos, nariz, boca, antenas, patinhas... ou o que quiser - escreve uma produção de texto sobre o novo personagem, contando sobre suas características, onde vive, que poderes tem, o que come... ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 4 Pode ser feita em duplas. O professor distribui revistas para que os alunos recortem frases ou palavras (depende da série)com letras médias ou grandes. (Trabalhei usando revistas "Veja" com alunos de 6ª e 8ª séries. Pedi que recortassem palavras.) Depois todas as palavras são recolhidas e misturadas num saquinho. O professor então sorteia um mesmo número de palavras entre as duplas. Não vale escolher, nem trocar. Recebem cada dupla, por exemplo, 30 palavras. Deverão então construir um texto usando as palavras que têm em mãos. É uma atividade muito interessante e o resultado é ótimo. Um desafio para a criatividade e organização lógica das idéias. Se o professor preferir, pode também já levar as palavras recortadas e fazer o sorteio entre as duplas, de forma que cada uma receba o mesmo número de palavras. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 5 - Gibis São distribuídos os gibis entre os alunos, de forma que cada um possa ler pelo menos uma historinha completa. Depois abre-se oportunidade para uma conversa informal, trocas, em que os alunos vão comentar as histórias, os personagens, os aspectos que acharam interessantes. Vem então a Produção de Textos. São tantas atividades possíveis . . .!!! a) Escrever uma carta a um dos personagens da história comentando atitudes suas e dando-lhe sugestões de comportamento. b) Recontar a história fazendo alterações nas partes que julgar conveniente, modificando o final ou não. c) Colocar-se no lugar do personagem e escrever para os colegas da história demonstrando seus sentimentos em relação a atitudes deles ou a aventuras que viveram juntos. d) Escrever uma carta ao autor da história, dando-lhe sugestões bem interessantes para uma próxima história. Qualquer uma das produções, é claro, deve ser recheada com ilustrações. Podem acreditar que os alunos vão gostar muito. Já trabalhei atividades assim desde a 3ª série até à 8ª. Foi ótimo. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 6 - BINGO PARA APRESENTAÇÃO - Dinâmica do Bingo com nome e sobrenome de comidas. É facil, dividimos a folha em 9 partes e cada pessoa do grupo deverá se apresentar dizendo seu nome e a sua comida predileta, assim o nome da pessoa ficaria, por exemplo, assim, Rita Pizza. Depois das devidas apresentações, todos deverão preencher sua cartela de bingo com os nomes de 9 colegas. Faz-se o sorteio dos nomes e quem preencher a cartela primeiro ganha um bombom. Todo mundo gosta!!! ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 7 - CADERNO DE POEMAS TRABALHANDO POESIAS COM DIVERSOS AUTORES...OS ALUNOS MONTAM UM CADERNINHO DE POEMAS DIVERSOS E FAZEM UMA RELEITURA ATRAVÉS DE DESENHOS, COLAGENS, RECORTES. SEMANALMENTE APRESENTAM UM POEMA E MOSTRAM SUA ILUSTRAÇÃO. OS CADERNOS SÃO EXPOSTOS NO PÁTIO COM AMBIENTE PREPARADO ADEQUADAMENTE PARA A EXPOSIÇÃO. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 8 – LEITURA DE IMAGEM Primeiramente, fazemos a leitura de uma imagem de propaganda. Falamos dos recursos utilizados. Os alunos são incentivados a produzirem uma propaganda. Vão tentar convencer a sala a comprar o produto deles. São muito divertidas as aulas. Produzem propagandas engraçadas, emotivas... Fazem cartazes com a propaganda desses produtos, que depois serão lidos e analisadoa por outros membros da sala. Eles devem observar se os colegas usam os recursos que aquele que faz a propaganda usa. Se há apelação. Se o modo como colaram a figura ou fizeram o desenho para demonstrar o produto atinge o público-alvo pretendido etc. Vale a pena tentar aplicar essa atividade. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 9 A) Tempestade Cerebral. Trabalhe com um colega de classe. Escolha uma das perguntas e depois escreva todas as situações possíveis. O que aconteceria… se todos os relógios parassem? se todas as pessoas decidissem não trabalhar pelo ordenado mínimo? se todas as pessoas tivessem o mesmo aspecto físico? B) Escrita criativa. Escreva um parágrafo inspirado na “tempestade cerebral” que você fez com seu / sua colega de classe. Quando tiver terminado, troque o seu trabalho com sua / seu colega de classe e cada um deve corrigir o trabalho do outro, dando ideias se achar pertinente. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 10 - A fotografia completa Veja a foto. Que história você vê nesta foto? Pense nas cinco questões: Quem? O quê? Onde? Quando? Porquê? Que eventos / situações você acredita que podem ter precedido a foto? Que eventos /situações vocês acha aconteceram depois da foto ser tirada? ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 11 - Quem conta um conto acrescenta um ponto... Cada estudante tem uma folha. Você deve começar uma história escrevendo duas linhas – não duas frases – que a pessoa seguinte vai completar. Depois de escrever, você entrega a folha ao colega do lado, ela / ele lê e acrescenta duas linhas mais, tentando ser consistente com o que as pessoas anteriores escreveram. As folhas continuam a ser passadas até todos terem escrito em todas as histórias. Na última volta, a pessoa deve tentar terminar a história o melhor possível. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 12 - Cara... e coroa... Cara... Escolha um dos temas apresentados pelo qual você tenha opiniões muito fortes. Escreva um texto baseado nos seus sentimentos e opiniões. Por exemplo: Se você escrever sobre a Guerra no Iraque e você tiver um posicionamento anti-guerra, escreva um texto em que você expõe a sua opinião e apresenta argumentos para a sua posição. Temas: a) o aborto; b) a pornografia; c) os alimentos transgênicos; d) a poligamia; e) a idade legal para o consumo de álcool; f) a redução das emissões de carbono; g) A Palestina e Israel; h) a monarquia ou a república; i) o consumo de maconha; j) a cirurgia plástica l) a corrupção; m) o trabalho infantil... Coroa... Agora, escreva um texto detalhando a posição oposta. Por exemplo: Escreva um texto argumentando favoravelmente a guerra no Iraque. Este pode ser um exercício difícil. Pede para você explorar sentimentos que você pessoalmente não tem ou que podem ser verdadeiramente opostos àqueles que você tem, mas, às vezes precisamos considerar outros pontos de vista. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 13 - Construindo texto a partir de “retalhos” 1 Personagens principais 2 Situação 3 Tipo de texto Entregue três cartões com os três títulos anteriores. Cada estudante deve descrever os personagens principais de uma história, a situação ou o contexto geral da história, e que tipo de texto (Descritivos, narrativos, instrutivos, predicativo, explicativos, argumentativos, retóricos etc.) Recolha todos os cartões, baralhe e entregue aos alunos. Cada aluno deve ter três cartões de três alunos diferentes. Com esses personagens, situação e tipo de texto, o aluno tem que escrever uma história. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 14 - Vermelho A) Associação livre. Escreva vinte e cinco palavras que você associa à palavra vermelho. (ou outra palavra a sua escolha) B) Escrita criativa. Escreva um parágrafo em que você use todas as palavras que você mencionou na questão anterior. Se você tiver dificuldade em usar todas as palavras use o máximo possível. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 15 - Texto em tiras a) Selecione um texto curto e escreva-o em tiras de papel pardo -aquele bem barato que se compra em metros. Cada frase ou parte do texto deverá estar escrito em uma tira. b) Divida a turma em grupos. c) Distribua uma ou mais tiras para cada elemento do grupo -de forma desordenada- e peça para que o grupo o reconstrua no chão, de preferência no corredor ou pátio da escola. Essa atividade é sócio-interativa e promove a participação de todos na reorganização do texto. Também é uma forma de tirá-los das cadeiras e mudar o ambiente de aprendizagem. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 16 - Horóscopo Quem não gosta de dar uma espiadinha no seu horóscopo de vez em quando, que atire a primeira pedra. a) Selecione do jornal os horóscopos de todos os signos. Pode ser um da semana passada, ninguém vai perceber. b) Pegue o corretivo e, aleatoriamente, dê umas pinceladas nele. Cuide para que haja um apagamento em cada signo. c) Tire o xerox e dê para cada dupla recompor os textos que foram apagados. Poderá, antes, fazer um aquecimento, perguntando quem acredita em horóscopo, quando costuma lê-lo, se alguma vez já deu certo a previsão feita pelo horoscopista... ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 17 - Anedotas Selecione algumas piadas de salão e, em duas colunas, divida as piadas ao meio: o início da piada na primeira coluna e na outra - de forma desencontrada- o final das piadas. Os alunos deverão ler e combinar os textos humorísticos. Sugestão: Convide os alunos a formarem duplas e encenarem as piadas para a turma. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 18 - Tiras em Quadrinhos a)Recorte algumas tiras de histórias em quadrinhos. b) Cole-as em uma folha com as partes desencontradas. c) Os alunos deverão lê-las e reorganizá-las de forma apropriada. ------------------------------------------------------------------------------------------------ DICA 19 - Outra com tiras a) Recorte novas tiras de histórias em quadrinhos e cole em uma folha, porém na ordem certa. b) Com o corretivo, apague as falas. c) Peça que os alunos completem da melhor maneira possível de forma que a história tenha coerência. Esse trabalho poderá ser feito em duplas. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 20 - A Notícia Completa a) Recorte várias notícias de jornal que tenham as quatro partes fundamentais: título/manchete, lead, corpo, e foto com legenda. b)Desmembre as notícias, recortando as partes de cada uma. c) Embaralhe tudinho e peça ao grupo para reorganizá-las novamente. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 21 - Texto Quebra-cabeças a) Recorte alguns textos (tantos quantos forem os grupos com os quais você irá trabalhar). Os textos poderão ser coloridos para motivá-los. b)Faça marcações de forma desorganizada nos textos (tal qual nos quebra-cabeças) e recorte-os. c) Ofereça-os aos grupos para que os montem novamente. Você poderá ter em mãos algumas perguntas de interpretação para que o grupo responda, dando conta do entendimento da leitura que fizeram. Também poderá ser feita em forma de gincana: o grupo que primeiro responder corretamente a todas as perguntas será o vencedor. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 21 - Charges Ler charges de jornal é uma forma divertida de se manter atualizado. a)Recorte as charges que encontrar pelos jornais. b) Distribua-as para os grupos e peça para fazerem a leitura do momento, discutindo o acontecimento que está sendo abordado, além de tentar identificar as pessoas que estão sendo focalizadas. c) Troque com os outros grupos de forma que todos possam fazer as várias leituras. d) Compare as diferenças que forem surgindo. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 22 - Lendo figuras a) Selecione figuras - pode ser de jornal também- que apresentem uma situação passível de se criar um enredo. Explique que uma boa história deve, necessariamente, ter um conflito, senão não é uma história. b) Peça para que cada um faça a sua leitura do texto extra-verbal silenciosamente. c) Solicite que, nesse segundo momento, contem para o colega do lado que leitura fizeram e como resolveram o conflito que imaginaram para aquela figura . É importante que cada um fale. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 23 - Corrida ao texto. Leve-os ao pátio e/ou... Forme grupos com 3 componentes, pois um será o redator-escritor (a pessoa que irá escrever o texto); o outro será o corredor-leitor (o responsável em correr para ler e absorver o que leu) e o outro será o corretor-observador (responsável pela correção dos erros ortográficos, letra maiúscula, acentuação, parágrafo, título, pontuação.... Quanto maior a turma, mais textos você deverá ter, pois cada grupo terá o seu (tb pode ser textos diferentes para cada grupo). De um lado da "quadra" ficarão os textos num ponto fixo e do outro lado da quadra ficarão os "corredores-leitores", apostos, esperando o apito e o início à corrida ao texto... O corredor-leitor deverá ler o texto memorizando o que leu e trazer a informação ao redator-escritor que estará o esperando do outro lado da quadra, enquanto o corretor-observador fica atento aos erros de ortografia [...] Obs.: Os textos deverão ser todos do mesmo tamanho para não haver injustiças. Vence o grupo o qual terminou de escrever o texto por completo. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 24 - Um trabalho legal com piadas é desorganizar todo o texto e entregá-lo aos alunos para que o reorganizem.Você estará aproveitando a oportunidade de trabalhar com coesão textual e ainda por cima despertando a curiosidade, para ler o texto. Experimentem organizar esta: "Apenas em uma casa o aviso era "CUIDADO COM O PAPAGAIO". Mas em todas as casas eles encontravam o seguinte aviso "CUIDADO COM O CAO". Eles ignoraram o aviso e entraram na casa. Em uma noite dessas, dois ladrões estavam procurando uma casa para roubar O papagaio os observou e, de repente, começou a gritar: Pega, Rex. Pega ! " ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 25 - Corrida da Centopéia (Jogo da Leitura) (A partir dos 7 anos.) OBJETIVO GERAL: Incentivar o desejo de ler e o interesse pela leitura. OBJETIVO ESPECÍFICO: Conseguir montar a centopéia mais longa. MATERIAL: Uma ou duas cartolinas grandes (dependendo do número de crianças), cartolina ou colorset recortados em rodelas de cerca de 5 cm de diâmetro, cola, canetinhas. COMO APLICAR: - Entregar para cada criança um círculo de colorset ou cartolina, pedindo que desenhe a carinha da centopéia. Colar as carinhas à esquerda de uma cartolina, com o nome da criança a quem pertence. Determinar um prazo (trimestre ou semestre) e explicar que cada um irá formando a sua centopéia, acrescentando um pedaço do corpo para cada livro lido. Só valerão os livros lidos e compreendidos, e seus títulos e autores serão escritos neste círculo. Se perceber que uma criança não está lendo de fato, explique que ela não vai participar mais do jogo. Estimule a classe a falar dos livros que estão lendo. - Vence quem tiver a centopéia mais comprida. Obs.: Você pode sugerir que dêem nome às suas centopéias, desenhem suas perninhas, enfeitem com linha ou lantejoulas, etc. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 26 - ..."Quem conta um conto aumenta um ponto" Selecione algumas histórias "filosóficas (podem ser sobre fábulas, contos, crônicas, historinhas, pensamentos, piadas, músicas...), pois você, professor(a), irá contar diversas histórias a vários grupos numa mesma aula, por isso guarde-as consigo. Para o momento, escolha uma. Conte a selecionada para o grupo que você escolheu (de uns 6 alunos), porém, do lado de fora da sala de aula! Os alunos devem ouvi-lo com muita atenção, pois irão retornar à sala e recontar essa mesma história. (Vocês perceberão como "quem conta um conto aumenta um ponto"). O grupo que mais se aproximar do que você contou/leu para a sala será o campeão. Obs.: Essa é uma atividade interessante, pois a sala toda fica ansiosa à espera de ouvir o grupo "pagando um mico" ao recontarem uma história sem se esquecerem de nenhum detalhe... ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 27 - AUMENTA ou DESLIGA O jogo é simples: um aluno do grupo A, diz uma questão de “conhecimentos” e/ou um outro do grupo B, responde se AUMENTA ou DESLIGA, Exemplo: Grupo A: “expressão de tratamento dado a príncipe”. Grupo B: hummm, DESLIGA! Obs.: É ponto para o grupo A. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 28 - Música Tenho um projeto que desenvolvi em sala de aula que foi perfeito e me emociona até hoje. Sempre me preocupei com o fato de passarmos um ano inteiro c alunos sem conhecê-los fora da sala de aula, então selecionei alunos que sabiam tocar instrumentos, fizemos uma entrevista com os professores da escola, para saber qual música marcou a vida deles. procurei cifras das músicas, ensaiei os alunos. No dia dos professores, convidamos todos os professores da escola e os alunos cantaram e tocaram pra eles. Havia professores chorando de emoçao. Guardo esse trabalho com muito carinho. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 29 - Jogo do Dicionário Uma das coisas mais difíceis é introduzir o hábito de consultar o dicionário e mostrar a necessidade de se ter mais vocabulário. Este jogo resolve o problema usando apenas um dicionário: Divida a classe em cinco ou seis grupos. A cada rodada, um grupo ficará de posse do dicionário, o único exemplar que poderá ser manuseado pela classe durante o jogo. O professor faz a pontuação. Este jogo está indicado para alunos a partir da 4ª série. Um grupo escolhe no dicionário uma palavra que julgue desconhecida por todos, anunciando-a para a classe. Os outros grupos terão um prazo determinado para criar em uma tira de papel uma definição para a palavra. O grupo que está de posse do dicionário lê todas as definições criadas, inclusive a verdadeira, copiada em outra tira de papel — afinal, se alguém observar o aluno lendo no dicionário, descobrirá a resposta certa. Cada grupo escolhe, por consenso, a resposta que julgar certa. Lê-se a definição correta. O grupo que acertar ganha dois pontos. Se ninguém votar na definição do dicionário, o grupo que escolheu a palavra marca três pontos. Já o grupo que tiver sua definição escolhida por outros ganha um ponto para cada voto. Se, ao ouvir o enunciado, alguém da classe souber a definição correta, deve anunciá-la antes de começar a rodada, marcando quatro pontos para seu grupo. Repete-se a mesma seqüência com os outros grupos, até que algum atinja o número de pontos estipulado para o final do jogo. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 30 - Redação de Verbetes Esta atividade é mais avançada em relação à anterior: Selecione de um texto algumas palavras, pedindo que cada grupo crie definições para elas, com base no uso feito naquele texto específico. Depois, compare os verbetes escritos pelos grupos com os existentes em dois ou três dicionários, para mostrar que também existem diferenças nas definições oferecidas por eles. Pode-se tentar também ver se a definição que vale em um determinado texto continua válida em outro contexto. Textos de humor ou poemas contendo jogos de palavras costumam dar bons resultados, recomenda o lingüista. "Essa atividade permite ao aluno refazer o trabalho do lexicógrafo, o autor de dicionários, e perceber de que modo este livro é elaborado", comenta Bagno. Ao pedir que seus alunos criem verbetes de palavras conhecidas ou inventem definições, você consegue mostrar o dicionário como uma obra em movimento. ------------------------------------------------------------------------------------------------- AVALIAR PARA ENSINAR MELHOR Da análise diária dos alunos surgem maneiras de fazer com que todos aprendam DENISE PELEGRINNI. Quem procura um médico está em busca de pelo menos duas coisas, um diagnóstico e um remédio para seus males. Imagine sair do consultório segurando nas mãos, em vez da receita, um boletim. Estado geral de saúde nota 6, e ponto final. Doente nenhum se contentaria com isso. E os alunos que recebem apenas uma nota no final de um bimestre, será que não se sentem igualmente insatisfeitos? Se a escola existe para ensinar, de que vale uma avaliação que só confirma "a doença", sem identificá-la ou mostrar sua cura? Assim como o médico, que ouve o relato de sintomas, examina o doente e analisa radiografias, você também tem à disposição diversos recursos que podem ajudar a diagnosticar problemas de sua turma. É preciso, no entanto, prescrever o remédio. "A avaliação escolar, hoje, só faz sentido se tiver o intuito de buscar caminhos para a melhor aprendizagem", afirma a consultora Jussara Hoffmann. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 31 - Trabalhando com bulas ... Se você viesse ao mundo como uma bula, o que viria escrito nela? ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 32 - Meu querido diário... Cada um escreve algo que aconteceu em seu dia. ------------------------------------------------------------------------------------------------- DICA 33 - Cartão Vermelho? Para quem você daria um cartão vermelho? Justifique com detalhes sua escolha.