sábado, 29 de junho de 2013
EXERCÍCIO DE INTERPRETAÇÂO DE TEXTO COM DESCRITORES
EXERCÍCIO DE INTERPRETAÇÂO DE TEXTO COM DESCRITORES
O HOMEM E A GALINHA
Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.
Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:
- Olha o ovo que a galinha botou.
A mulher ficou contente:
- Vamos ficar ricos!
E a mulher começou a tratar bem da galinha. Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro. Vai que o marido disse:
- Pra que esse luxo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló... Muito menos tomar sorvete!
- É, mas esta é diferente! Ela bota ovos de ouro!
O marido não quis conversa:
- Acaba com isso mulher. Galinha come é farelo.
Aí a mulher disse:
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim - o marido respondeu.
A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro. Vai que o marido disse:
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim - o marido respondeu.
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro. Vai que o marido disse:
- Pra que esse luxo de dar milho pra galinha? Ela que procure o de-comer no quintal!
- E se ela não botar mais ovos de ouro? - a mulher perguntou.
- Bota sim - o marido falou.
E a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro. Uma dia a galinha encontrou o portão aberto. Foi embora e não voltou mais.
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló. (Ruth Rocha)
1) O texto recebe o título de O homem e a galinha. Por que a história recebe esse título?
a) Porque eles são os personagens principais da história narrada.
b) Porque eles representam, respectivamente, o bem e o mal na história.
c) Porque são os narradores da história.
d) Porque ambos são personagens famosos de outras histórias.
e) Porque representam a oposição homem-animal.
2) Qual das afirmativas a seguir não é correta em relação ao homem da fábula?
a) É um personagem preocupado com o corte de gastos.
b) Mostra ingratidão em relação à galinha.
c) Demonstra não ouvir as opiniões dos outros.
d) Identifica-se como autoritário em relação à mulher
e) Revela sua maldade nos maus-tratos em relação à galinha.
3) Qual das características a seguir pode ser atribuída à galinha?
a) avareza
b) conformismo
c) ingratidão
d) revolta
e) hipocrisia
4) Era uma vez um homem que tinha uma galinha. De que outro modo poderia ser dita a frase destacada?
a) Era uma vez uma galinha, que vivia com um homem.
b) Era uma vez um homem criador de galinhas.
c) Era uma vez um proprietário de uma galinha.
d) Era uma vez uma galinha que tinha uma propriedade.
e) Certa vez um homem criava uma galinha.
5) Era uma vez é uma expressão que indica tempo:
a) bem localizado
b) determinado
c) preciso
d) indefinido
e) bem antigo
6) A segunda frase do texto diz ao leitor que a galinha era uma galinha como as outras. Qual o significado dessa frase?
a) A frase tenta enganar o leitor, dizendo algo que não é verdadeiro.
b) A frase mostra que era normal que as galinhas botassem ovos de ouro.
c) A frase indica que ela ainda não havia colocado ovos de ouro.
d) A frase mostra que essa história é de conteúdo fantástico.
e) A frase demonstra que o narrador nada conhecia de galinha.
7) O que faz a galinha ser diferente das demais?
a) Botar ovos todos os dias independentemente do que cofnia.
b) Oferecer diariamente ovos a seu patrão avarento.
c) Pôr ovos de ouro antes da época própria.
d) Botar ovos de ouro a partir de um dia determinado.
e) Ser bondosa, apesar de sofrer injustiças.
8) O homem ficou contente. O conteúdo dessa frase indica um (a):
a) causa
b) modo
c) explicação
d) conseqüência
e) comparação
9) A presença de travessões no texto indica:
a) a admiração da mulher
b) a surpresa do homem
c) a fala dos personagens
d) a autoridade do homem
e) a fala do narrador da história
10) Que elementos demonstram que a galinha passou a receber um bom tratamento, após botar o primeiro ovo de ouro?
a) pão-de-ló / mingau / sorvete
b) milho / farelo / sorvete
c) mingau / sorvete / milho
d) sorvete / farelo / pão-de-ló
e) farelo / mingau / sorvete
11) Dizem, eu não sei... Quem é o responsável por essas palavras?
a) o homem
b) a galinha
c) o narrador
d) a mulher
e) o ovo
Gabarito dos exercícios de interpretação
1-a, 2-e, 3-b, 4-c, 5-d, 6-c, 7-d, 8-d, 9-c, 10-a, 11-c
retirado do blog eu e as letras.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Usos da linguagem não-verbal em charges.
Usos da linguagem não-verbal em charges.
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
◾Explorar o uso da linguagem não-verbal nas charges;
◾perceber a relação entre a linguagem verbal e não-verbal;
◾aprimorar o conhecimento sobre o gênero charge.
Duração das atividades
3 aulas de 50 minutos cada
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Linguagem verbal e não-verbal;
Gênero charge.
Estratégias e recursos da aula
Recursos:
◾apostila impressa contendo charges;
◾quadro e giz;
◾folha sulfite para a produção de charges.
Estratégias:
◾exposição oral;
◾análise de charges em duplas;
◾comparação de análise em grupos maiores (2 duplas);
◾produção textual (individual ou em duplas).
Módulo 1 - revisando conceitos
Atividade 1
Para iniciar o trabalho, o professor deverá revisar oralmente com os alunos o conceito de charge. Para auxiliar o professor nessa explicação/revisão segue um linkinteressante que poderá, inclusive, ser apresentado aos alunos.
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/charge.htm. Acesso em 19 jun. 2013.
Atividade 2
Além de retomar o conceito de charge, o professor deverá rever com os alunos os conceitos de linguagem verbal e linguagem não-verbal.
Para a revisão desses conceitos, sugerimos os links seguintes:
http://www.infoescola.com/comunicacao/linguagem-verbal-e-nao-verbal/. Acesso em: 19 jun. 2013.
http://www.brasilescola.com/redacao/linguagem.htm. Acesso em: 19 jun. 2013.
Módulo 2
Atividade 1
Para essa atividade, o professor deverá imprimir as charges a serem analisadas e organizá-las em uma apostila.
Para possibilitar uma interação maior dos alunos, sugere-se que eles sejam agrupados em duplas para fazer essa atividade.
Após revisar com os alunos o que são charges e o que é linguagem verbal e não-verbal, o professor distribuirá uma apostila para cada integrante da dupla, contendo algumas charges.
Nas duplas, os alunos deverão analisar cada uma das charges, respondendo às questões seguintes (em folha separada ou na própria apostila):
◾Qual mensagem está sendo transmitida, por meio da linguagem não-verbal da charge?
◾E pela linguagem verbal?
◾Qual a relação existente entre a mensagem em linguagem verbal e não-verbal?
◾Qual efeito de sentido é provocado pela mensagem em linguagem não-verbal?
Após uma primeira análise das charges pelos alunos em duplas, cada dupla deverá sentar-se com outra dupla para fazerem um cotejamento de suas respostas.
Em seguida, o professor pedirá que os alunos façam uma apresentação de suas análises, de acordo com as orientações seguintes:
1 - Cada grupo de 4 alunos escolherá um dos alunos para os representar.
2 - O professor sorteará uma das charges da apostila para cada representante de grupo.
3- Após cada aluno apresentar a análise feita sobre a charge, o professor poderá explorar aspectos das charges que não foram comentados pelos alunos.
Sugestão de charges para compor essa apostila:
Charge
Disponível em: . Acesso em 19 jun. 2013.
Charge 5
Disponível em: . Acesso em 19 jun. 2013.
Charge 1
Disponível em: . Acesso em 19 jun. 2013.
Charge 4
Disponível em: . Acesso em 19 jun. 2013.
Charge 3
Disponível em: . Acesso em 19 jun. 2013.
Charge 2
Disponível em: . Acesso em 19 jun. 2013.
Charge 6
Disponível em: . Acesso em 19 jun. 2013.
Atividade 2 - Produção Textual
Nesta atividade, os alunos deverão criar (em duplas ou individualmente) uma charge sobre um fato recente.
A charge produzida pelos alunos deverá apresentar linguagem mista (verbal e não-verbal).
O professor deverá dispensar cerca de 30 minutos para os alunos produzirem suas charges. Caso o professor considere pertinente, sugere-se que os alunos façam suas charges no computador (usando o Paint ou outro programa que possibilite integrar imagem e texto).
Transcorrido o tempo de produção das charges, o professor solicitará aos alunos que apresentem suas charges para os colegas, comentando sobre os efeitos de sentido almejados com as mensagens em linguagem não-verbal.
Avaliação
O professor avaliará qualitativamente os alunos, observando seu envolvimento durante a atividade de leitura/análise da linguagem não-verbal das charges. Quantativamente os alunos poderão ser avaliados, por meio da produção de charges, observando, principalmente, se eles compreenderam como a linguagem não-verbal é importante para a construção de sentidos no gênero charge.
Programa que mostra como a ilustração tornou-se uma aliada na luta da classe trabalhadora. São charges, cartuns e tirinhas que ajudaram a transformar o movimento sindical.
O uso dos jogos para estabelecer relações entre a pauta sonora e registro gráfico.
O uso dos jogos para estabelecer relações entre a pauta sonora e registro gráfico.
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
◾ Conhecer as letras do alfabeto e seus nomes;
◾ Compreender que as sílabas são formadas por unidades menores;
◾ Compreender que a cada fonema corresponde uma letra ou um conjunto de letras;
◾ Perceber que as sílabas variam quanto ao número de letras;
◾ Compreender que se trocarmos uma letra transformamos uma palavra em outra palavra;
◾ Verificar que palavras diferentes possuem partes sonoras iguais;
◾ Segmentar palavras, identificando partes que constituem outras palavras;
◾ Compreender que a ordem em que os fonemas são pronunciados corresponde à ordem em que as letras são registradas no papel, obedecendo, geralmente, ao sentido esquerda para direita;
◾ Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças sonoras entre elas;
◾ Estabelecer correspondência grafofônica;
◾ Desenvolver competências e habilidades para expor ideias próprias, bem como perceber a importância da socialização do conhecimento.
Duração das atividades
Aproximadamente 240 minutos – Quatro (4) atividades de 60 minutos cada uma.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Para a realização desta atividade é necessário que já tenham sido desenvolvidas algumas estratégias de participação e de interação em sala de aula, pois é importante que os alunos sejam capazes de exporem oralmente suas ideias e se relacionarem com os colegas.
Estratégias e recursos da aula
Informações ao professor
Professor, por meio do Portal do Professor, pretendemos ir ao encontro do programa de formação do MEC: Pacto Nacional da Alfabetização na Idade Certa, na medida em que podemos trocar e compartilhar ideias sobre as práticas pedagógicas que realizamos, o que contribui significativamente para a nossa formação docente.
O Pacto é constituído por um conjunto integrado de ações, materiais e referências curriculares e pedagógicas disponibilizados pelo MEC, tendo como eixo principal a formação continuada de professores alfabetizadores, a fim de qualificá-los para assegurarem que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do Ensino Fundamental.
Para obter mais informações acesse os sítios abaixo:
"Sítio: E. M. Walter Leite Caminha: Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa" http://wlcaminha.blogspot.com.br/ Neste blog você encontrará informações sobre o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Acesso em: 06 de jun. 2013.
Os materiais formativos do Pacto já estão disponibilizados no site do MEC. Acesse o link: "Sítio: MEC: Destaques e Documentos Informativos: Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa" http://pacto.mec.gov.br Acesso em: 06 de jun. 2013, e depois clique em "Cadernos de Formação".
Professor, sabemos que os jogos são importantes recursos didáticos para a aprendizagem do SEA (Sistema de Escrita Alfabética), uma vez que o “brincar com a língua” faz parte das atividades que os alunos realizam fora da escola, desde muito cedo. Na alfabetização, os jogos são poderosos aliados para que os alunos possam refletir sobre o SEA, sem, necessariamente, serem obrigados a realizar treinos enfadonhos e sem sentido. Ao utilizar o jogo, as crianças mobilizam saberes acerca da lógica de funcionamento da escrita, consolidando aprendizagens já realizadas ou se apropriando de novos conhecimentos nessa área.
Fonte: BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: a aprendizagem do sistema de escrita alfabética. Brasília: MEC, SEB, 2012, p. 36.
Nesse sentido, propomos essa aula sobre a temática “Jogos” para estabelecer relações entre a pauta sonora e registro gráfico, socializando alguns jogos pedagógicos de apoio à alfabetização enviados pelo Ministério da Educação para as escolas públicas, haja vista o interesse e o prazer dos alunos pelos jogos.
mecFonte: "Sítio: Ceel - UFPE. kit de jogos pedagógicos"
http://ceelufpe.blogspot.com.br/2008/01/noticia-ceel-apresenta-kit-de-jogos.html Acesso em: 18 de jun. 2013.
Os jogos “Mais uma”, “Troca letras”, “Bingo da letra inicial” e “Palavra dentro de palavra”, desse acervo, contribuem de forma direta para o estabelecimento das relações entre pauta sonora e registro gráfico.
A brincadeira com esses jogos favorece a reflexão sobre o funcionamento do sistema de escrita, ou seja, os princípios que constituem a base alfabética, promovendo reflexões sobre as correspondências entre as letras/grupos de letras e fonemas.
A partir do trabalho com os jogos, evidenciamos a possibilidade de abordar alguns direitos de aprendizagem dos alunos, como, por exemplo:
◾Participar de interações orais em sala de aula, questionando, sugerindo, argumentando e respeitando os turnos de fala
◾Reconhecer e nomear as letras do alfabeto;
◾Dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a ler palavras e textos
◾Compreender que palavras diferentes compartilham certas letras;
◾Perceber que palavras diferentes variam quanto ao número, repertório e ordem de letras;
◾Ler, ajustando a pauta sonora ao escrito.
◾
Fonte: BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: currículo na alfabetização: concepções e princípios. Brasília: MEC, SEB, 2012, p. 32-37.
Professor, nossa proposta em todos os momentos dessa aula, é realizar jogos que estabeleçam relações entre a pauta sonora e registro gráfico no processo de alfabetização. É válido ressaltar, a importância de se trabalhar também, no contexto da alfabetização inicial, com jogos que estimulem a reflexão fonológica dos alunos. Para maiores informações e estratégias sobre essa temática, acesse a aula “O uso dos jogos para a reflexão fonológica no processo de alfabetização”, de minha autoria, por meio do sítio:
" Sítio: Portal do professor MEC"
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=49126 . Acesso em: 18 de jun. 2013.
1ª atividade:aproximadamente 60 minutos.
Professor, organize a sala de aula, crie um ambiente propício para o jogo e motive os alunos, perguntado quem gosta de jogar. Explore as regras e aproveite para trabalhar com texto instrucional. Chame a atenção dos alunos para a estrutura deste gênero textual.
Comparar palavras é um tipo de atividade muito importante no processo de alfabetização. Quando os alunos analisam duas ou mais palavras, buscando semelhanças e/ou diferenças, eles consolidam correspondências entre as unidades sonoras (fonemas) e unidades gráficas (letras).
Nessa perspectiva, sugerimos o jogo: TROCA LETRAS, que oportuniza aos alunos a comparação de palavras, bem como a identificação de um único som (fonema) diferente entre as palavras.
VAMOS JOGAR?
1º Jogo: Troca letras
Meta do jogo:
Ganha o jogo quem acertar a maior quantidade de palavras formadas a partir da troca de letras.
Jogadores: 2, 3 ou 4 grupos.
Materiais:
◾ 20 fichas com figuras (10 pares de figuras cujas palavras são semelhantes, com diferença apenas em relação a uma das letras). Veja alguns exemplos:
rabo rabo
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
◾alfabeto móvel
alfabeto verde
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
Regra:
- Formar 2, 3 ou 4 grupos. Decida com os alunos, qual grupo iniciará o jogo.
- O desafiador (professor) coloca em cada grupo 5 fichas de figuras e solicita aos alunos que, ao lado, formem com o alfabeto móvel as palavras correspondentes a essas figuras, deixando na mesa o restante do alfabeto.
fada
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
- Coloca, em cima de uma das fichas, outra ficha com uma figura cuja palavra é muito semelhante à palavra representada pela figura que primeiramente foi colocada (por exemplo, se antes tinha a ficha da figura FACA, coloca-se a ficha que tem a figura FADA.).
faca
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
- Faça o desafio ao grupo que estiver na vez de jogar: “Que letra devo trocar para que a palavra FACA vire FADA?”
- O grupo escolhe a letra e a coloca no lugar certo, em cima da letra que precisa ser modificada para formar nova palavra;
- Se o grupo acertar ganha 5 pontos, e o professor prossegue com o grupo seguinte;
- Caso o grupo não tenha escolhido a letra adequada ele não ganha pontos e o outro grupo pode tentar realizar o desafio;
- O jogo termina quando o desafiador fizer 8, 9 ou 10 desafios: para 4 grupos, são feitos dois desafios; para 3 grupos, são feitos três desafios; e para 2 grupos, são feitos cinco desafios.
Professor, dada à importância desse tipo de atividade, consideramos fundamental que desenvolva atividades semelhantes em outras situações, em pequenos grupos ou em atividades individuais. Pode-se, por exemplo, fazer um jogo em que os alunos, sejam desafiados a dizer ou escrever palavras, trocando uma letra ou uma sílaba, transformando-as em outras palavras.
2ª atividade: aproximadamente 60 minutos.
Professor, o jogo: PALAVRA DENTRO DA PALAVRA atinge, principalmente, os alunos que ainda não compreendem todos os princípios do sistema alfabético, tal como o de que as palavras com segmentos sonoros semelhantes possuem, também, sequências de letras similares; ou os que não compreendem que as palavras são constituídas de segmentos sonoros menores (as sílabas). Também pode ser utilizado com alunos que necessitam sistematizar e consolidar a correspondência entre a escrita e a pauta sonora.
Professor, leia em voz alta as regras do jogo e, na medida em que for lendo, discuta com os alunos sobre como ele funciona. Durante o jogo, caso existam dúvidas quanto às regras, leia novamente o texto, mostrando que é necessário compreender e aceitar as regras. Esse procedimento contribui para a melhor interação entre os alunos e para que eles se familiarizem com esse gênero textual: instrução de jogos.
2º Jogo: Palavra dentro da palavra
Meta do jogo:
Ganha o jogo quem formar mais pares de palavras usando as fichas que recebeu.
Jogadores: 2, 3 ou 4 jogadores ou grupos.
Materiais:
· 12 fichas de cor azul, contendo as figuras e as palavras correspondentes;
ggg
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
· 12 fichas de cor vermelha, contendo figuras cujos nomes se encontram dentro das palavras das fichas azuis.
essa
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
Regras:
- As 12 fichas de cor vermelha são distribuídas igualmente entre os jogadores;
- As fichas de cor azul devem ficar em um monte, viradas para baixo, no meio da mesa;
- Decide-se quem iniciará o jogo e a ordem das jogadas;
- Dado o sinal de início do jogo, o primeiro jogador deve desvirar uma ficha do monte e verificar quais, entre as suas fichas vermelhas, apresentam “a palavra dentro da palavra” da ficha azul que foi desvirada;
- Caso encontre um par o jogador deve baixá-lo sobre a mesa; se nenhuma de suas fichas vermelhas tiver uma “palavra dentro da palavra” que foi desvirada, ou o jogador não perceber o par, ela é colocada no final do monte e o jogo continua;
- Ganha o jogo quem se livrar das suas cartas primeiro, formando mais pares de palavras.
so hh
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
REPERTÓRIO DE PALAVRAS USADAS NO JOGO:
Mamão – Mão
Casa – Asa
Lampião – Pião
Luva – Uva
Sacola – Cola
Fivela – Vela
Galho – Alho
Sapato – Pato
Galinha – Linha
Tucano – Cano
Repolho – Olho
Soldado – Dado
Fonte: Brasil. Ministério da Educação. Jogos de Alfabetização: Palavra dentro da palavra. Brasília, 2009. p. 72-73.
Professor, esse jogo proporciona aos alunos analisar as partes que compõem as palavras. Além de formar pares de palavras, os alunos terão oportunidade de pensar sobre os sons que compõem as palavras e quais as semelhanças entre elas. O importante não é somente o aluno memorizar as palavras que fazem parte de outras palavras, mas, sim, que ele perceba qual a lógica usada no nosso sistema de escrita, por meio de um processo de reflexão durante o jogo.
Como as fichas azuis apresentam não só a figura, mas a escrita da palavra correspondente a ela, os alunos podem perceber (e você, professor, pode explorar) que, no geral, uma mesma sequência de sons corresponde a uma sequência de letras.
A partir do jogo, crie variações, considerando as hipóteses de escrita dos alunos. Por exemplo:
Para alunos em níveis de escrita mais avançados as fichas vermelhas poderiam ser utilizadas para escrita de palavras com o alfabeto móvel, e o vencedor seria o que escrevesse mais palavras que iniciassem com o mesmo som da figura.
Para os alunos em níveis iniciais de escrita poderia ser proposto pensar sobre a quantidade de segmentos sonoros das palavras das figuras.
3ª atividade: aproximadamente 60 minutos.
Professor, por meio do jogo: MAIS UMA, ao comparar palavras, os alunos fazem um esforço para identificar a letra que está faltando. Para isso, eles precisam segmentar a palavra em pedaços e focar a atenção no interior das sílabas, ou seja, além de perceber que as palavras são constituídas de unidades silábicas, são levados a refletir sobre as menores unidades sonoras (os fonemas) e suas relações com as menores unidades gráficas (as letras).
3º Jogo: Mais uma
Meta do jogo:
Ganha quem chegar primeiro ao final da trilha.
Jogadores: 4 jogadores ou duplas.
Materiais:
· Uma trilha composta de algumas casas em que existam figuras com palavras correspondentes;
fadaf
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
· 20 fichas com figuras porém contendo a palavra da trilha;
fjj
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
· 30 fichas com letras do alfabeto;
· 1 dado;
· 4 pinos de cores diferentes.
Regras:
- Na mesa, devem ser espalhadas várias fichas com figuras e fichas com letras;
- Quem tirar mais pontos no dado começa o jogo;
- O primeiro jogador lança o dado;
- O jogador conduz o pino da trilha, contando a quantidade de casas correspondente ao número indicado no dado;
- Se o pino parar em uma casa que não contenha figura/palavra ele permanece na casa e passa a jogada para o próximo jogador;
- Se na casa onde o pino parar houver uma figura/palavra o jogador deverá procurar a ficha com a figura cuja palavra é semelhante a que está na casa da trilha (as duas palavras se diferenciam quanto a uma letra.).
- Ao encontrar a ficha com a figura/palavra adequada, ele deve identificar qual é a letra que está faltando na palavra da ficha para formar a palavra correspondente à figura selecionada;
- Se o jogador acertar a figura e a letra ele permanece na casa. Caso ele erre deve voltar para a casa onde o pino estava;
- O próximo jogador joga o dado e repete os procedimentos do primeiro jogador, e assim sucessivamente até que um dos jogadores chegue ao final da trilha.
letra ficha jj hh
Fonte das imagens: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
REPERTÓRIO DE PALAVRAS USADAS NO JOGO:
CASA – ASA
COLAR – COLA
CUECA – CUCA
FOCA – OCA
GALHO – GALO
LULA – LUA
LUVA – UVA
LUVA – LUA
MANTA – ANTA
NAVE - AVE
PASTA – PATA
PERNA – PENA
PILHA – ILHA
PIPA – PIA
PONTE – POTE
POSTE – POTE
PRATO – PATO
PRATO – RATO
RÉGUA – ÉGUA
VELHA - VELA
Professor, consideramos fundamental que desenvolva atividades semelhantes com a turma toda, pois, mesmo que todos os alunos não consigam realizar a tarefa sozinhos, ao refletirem junto com você podem passar a perceber quais são as unidades linguísticas que precisam ser objeto de atenção na aprendizagem da escrita e podem começar a realizar algumas correspondências grafofônicas.
4ª atividade: aproximadamente 60 minutos.
Professor, quando os alunos passam a perceber que usamos letras na escrita das palavras e que existem letras específicas que fazem correspondências com fonemas específicos eles começam a tentar estabelecer as correspondências grafofônicas corretas. Nesta fase os alunos precisam participar de atividades que explorem essas relações e gerem conflitos.
O jogo: BINGO DA LETRA INICIAL, diferente de outros bingos que só exploram o reconhecimento das letras, proporciona, também, refletir sobre os sons aos quais as letras correspondem, pois os alunos terão de escolher qual letra vai ser usada para completar palavras que apresentam uma mesma sequência de sons e que se diferenciam apenas no fonema inicial. Essa é uma forma divertida de trabalhar palavras com lacunas, sem cansar os alunos.
4º Jogo: Bingo da letra inicial
Meta do jogo:
Ganha o jogador que completar primeiro a cartela com as letras que formam as palavras representadas pelas figuras.
Jogadores: 4 a 7 jogadores ou duplas.
Materiais:
· 9 cartelas com figuras e palavras faltando as letras iniciais;
hh ggg
Fonte das imagens: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
· Fichas com as letras que completam todas as palavras de todas as cartelas;
· Saco escuro para colocar as fichas das letras.
Regras:
- Cada jogador (ou dupla) recebe uma cartela;
- Um dos jogadores (ou outra pessoa) retira uma letra do saco e diz o nome da letra;
- Os jogadores verificam se estão precisando da letra para completar alguma das palavras, e caso algum deles precise grita o nome da letra;
- O jogador recebe o nome da ficha com a letra sorteada e a coloca na célula correspondente à palavra;
Nova letra é sorteada e o jogo prossegue até que um dos jogadores complete sua cartela.
ggg
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.
REPERTÓRIO DE PALAVRAS USADAS NO JOGO:
GATO – PATO – RATO
PANELA – JANELA – CANELA
COLA – BOLA – MOLA
FACA – JACA – MACA
TELA – VELA – SELA
ROLHA – FOLHA – BOLHA
CÃO – MÃO – PÃO
CARRO – JARRO – BARRO
MEIA – VEIA – TEIA
Professor, após a realização dos jogos providencie atividades que envolvam a sistematização das correspondências som-grafia, como, por exemplo:
◾ Escrita de palavras que começam com a mesma letra;
◾ Descoberta de palavras que iniciam com uma determinada letra ou sílaba.
Outras atividades podem ajudar os alunos a pensarem na sequência de letras que serão utilizadas,
◾ Cruzadinha;
◾ Caça-palavras;
◾ Exploração da ordem alfabética;
◾ Escrita de palavras com uso do alfabeto móvel ou silabário;
◾ Textos que permitam a reflexão de uma determinada letra ou sílaba (trava-línguas, parlendas, cantigas).
Além dos jogos e outras alternativas de trabalho já mencionadas, para ajudar os alunos no domínio das correspondências letra-som, podemos lançar mão de:
final
Fonte:
BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: o último ano do ciclo de alfabetização: consolidando os conhecimentos. Brasília: MEC, SEB, 2012, p. 11.
Concluídas as atividades planejadas para essa aula, avalie com os alunos o que foi possível aprender com os jogos e o que acham do uso de jogos como recurso facilitador de aprendizagens. Peça sugestões.
Recursos Complementares
Sugestões de links para professores:
"Sítio: Web Cache. Ministério da Educação. Fascículo: Alfabetização e Linguagem"
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:_ulvvcRObLoJ:portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Proletr/tutorlingport.pdf+alfabetiza%C3%A7%C3%A3o+e+linguagem+mec&cd=3&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br , Acesso em: 18 de jun. 2013
Avaliação
Professor, a avaliação deverá acontecer ao longo do ano e, com base nela e nas atividades desenvolvidas diariamente, sugerimos que utilize um quadro de registro para cada aluno, de modo a poder acompanhar os avanços de cada um, com relação à análise linguística: apropriação do sistema de escrita alfabética que foi trabalhada nessa aula. Por meio desse quadro é possível, também, analisar o rendimento dos alunos de modo a pensar nas soluções para que efetivamente eles aprendam.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
O QUE FAZER QUANDO A CRIANÇA NÃO FAZ AS ATIVIDADES?
Meu filho não faz as atividades
Um dos problemas mais comuns e difíceis de lidar para uma mãe é a falta de atenção e interesse do filho pelos estudos. Passando por esses problemas surgem inúmeras questões muitas vezes difíceis de serem diagnosticadas e interpretadas principalmente quando não somos qualificadas para tanto.
Será que meu filho tem défcite de atenção?
Será que tem algum tipo de transtorno?
Será que tem problemas de visão?
Será que sofre bullyng na escola?
O que será que acontece com ele?
Ou será que o problema é comigo?
Essas são umas das questões levantadas por nós mães, desesperadas por uma resposta urgente, o problema é que essa resposta demora a ser respondida e muitas vezes nem são.
Mas o que posso fazer então?
Uma das resposta é se dedicar mais, dá mais tempo ao filho e exercitar o laço entre os dois, assim você poderá conhecer um pouco mais do seu filho e ele confiará mais em você. Hoje em dia nosso tempo se torna muito curto devido a rotina agitada, cargar horária no serviço e afazeres domésticos, não sobrando tanto tempo em casa para cuidar de forma mais adequada dos nossos filhos, como olhar cadernos, saber como foi o dia, o que aprendeu na escola, o que viu na tv, olhar guarda roupas, etc. Isso faz uma grande diferença, pois a criança se sente segura e protegida e sabe que você está atenta.
Pois bem, eu passo por isso com meu filho do meio, nossa que difícil, como fazer para atrair a atenção de uma criança dispersa? Estou fazendo isso que descrevi para vocês, não é fácil, requer tempo e paciência, mas funciona.
Mesmo assim levei meu filho a psicóloga, para descobrir o real motivo desse desinteresse sobre os estudos, como iniciei agora a minha pós em neuropsicopedagogia passei por um módulo que fala sobre TDAH e identifiquei o meu filho como possível candidato a ter déficit de atenção, mas são suposições, na verdade é preciso de um estudo mais detalhado quanto a isso.
Procurei um psicóloga especialista em crianças, assim fiquei mais segura, a princípio fez uma entrevista sobre minha vida do nascimento ate hoje, este estudo chama-se anamnese, onde a psicologa poderá fazer um estudo sobre minha vida e a vida do meu filho, mas para isso é necessário que os pais participem desse processo, bom o resultado é que meu marido não quer ir de maneira nenhuma, ele faz menção de que psicologo é indício de que você poderá estar desajustado (agora mude essa opinião). A minha anamnese saiu que eu sou louca (brincadeirinha gente), na verdade só fui esta vez, mas me senti impotente, pelo fato de não poder contar com a boa vontade do pai para tal problema, como a psicologa me falou... " Andreza, eu preciso dos pais, para ter uma visão de como é a vida do seu filho, se só tenho você eu acabo tendo uma visão parcial e a minha análise do seu filho pode sofrer modificações devido a falta de preenchimento de algumas lacunas".
Bom, mesmo assim não posso desanimar, afinal meu filho tem apenas nove anos e ainda existe um caminho longo a percorrer com ele.
A questão é que, desde que mantive uma rotina de estudos e atenção com ele percebi uma melhora significativa no seu comportamento em casa e na escola, até a professora notou. Percebi que grande parte dos problemas enfrentados pelos filhos é a falta de ausência dos pais no dia a dia, isso mesmo dia a dia, porque se você não tem tempo durante a semana para lhe dar com as situações de rotina de nada adianta querer cobrar do seu filho no final de semana problemas que aconteceram durante toda a semana, se torna cansativo e estressante para os dois, isso faz com que muitas vezes deixemos algumas problemas de comportamento dos filhos de lado no intuito de não se incomodar.
Na verdade resolvi escrever esse texto para me desabafar, porque sei que muitas mães passam por este problemas e se questionam da mesma forma que me questionam, mas sabemos que cada criança tem seu tempo e nenhum filho igual a outro, e existe uma maneira especial de lidar com cada um deles.
jogos para alfabetização
ideias de jogos para alfabetização
CARTAS DO BARALHO PARA SEREM RECORTADAS:

A linguística como ciência da língua/linguagem fundamenta a proposta didática. Para alfabetizar temos, necessariamente, de recorrer aos estudos da linguística que abarcam várias áreas: fonética, fonologia, morfologia, sintaxe, semântica, análise do discurso, sociolinguística e a psicolinguística.
Alice no País das Maravilhas













"Se desejamos formar seres criativos, críticos e aptos para tomar decisões, um dos requisitos é o enriquecimento do cotidiano infantil com a inserção de contos, lendas, brinquedos e brincadeiras”.
Vygotsky (1896-1934)
BARALHO 1: BRINCANDO COM AS LETRAS
OBJETIVO: TRABALHAR SONS INICIAIS DE PALAVRAS.
INDICAÇÕES: CRIANÇAS PRÉ-SILÁBICAS
ORIENTAÇÕES: Por sorteio escolhe-se o carteador. Ele embaralha as cartas e distribui 4 cartas, uma a uma, para cada participante (pode-se participar de 2 a 6 pessoas). As cartas que sobraram são colocadas no centro da mesa e será o “monte de compras”. O jogador sentado a direita do carteador inicia o jogo comprando uma carta do monte de compras e antes de descartar poderá baixar jogos na mesa, os jogos válidos são duplas (letra e figura). O jogador deverá descartar uma carta. As cartas descartadas ficam expostas no centro da mesa. O próximo jogador poderá pegar uma carta no “monte de compras” ou no descarte. Caso o jogador pegue uma carta no “monte de compras”, ou da mesa, ele deverá descartar outra na mesa. Vence o jogo quem bater, ou seja ficar sem nenhuma carta na mão..
VARIAÇÃO: ESSE MESMO MATERIAL PODE SER USADO PARA JOGO DA MEMÓRIA.
CARTAS DO BARALHO PARA SEREM RECORTADAS:
Marcadores: alfabetização, jogo
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Rir faz bem
O ratinho estava na toca e do lado de fora o gato:
-MIAU, MIAU, MIAU...
O tempo passava e ele ouvia:
-MIAU, MIAU, MIAU...
Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu:
-AU! AU! AU!!!
Então ele deduziu: "Se tem cachorro lá fora, o gato foi embora".
Saiu disparado em busca de comida. Nem bem saiu da toca o gato CRAU!...
Inconformado, já na boca do gato perguntou:
- Pô gato!!! Que palhaçada é essa, você latindo???
E o gato respondeu:
- Meu filho, hoje nesse mundo "globalizado" quem não falar pelo menos dois idiomas.. MORRE DE FOME!!.
O ratinho estava na toca e do lado de fora o gato:
Sugestão de atividade (Sexta-feira)
JOGO DA MEMÓRIA
OBJETIVO: Desenvolver a consciência fonológica da sílaba inicial da palavra.
RODA DE LEITURA E ORALIDADE:
1. Mobilização de conhecimentos prévios a partir de questionamentos e apresentação de imagens de animais:
· Vocês já foram ao zoológico? Que animais encontraram lá?
· Vocês conhecem todos esses animais?
· Com a turma, apresentar algumas características dos animais apresentados.
- Construção de lista com nome dos animais. O professor registra no quadro o nome dos animais a medida que as crianças forem falando.
LENDO E COMPREENDENDO:
1.Leitura com a turma da lista.
2.Fazer questionamentos a cerca dos animais: (Esses questionamentos pode se configurar como uma atividade da aquisição da escrita)
· Dos animais que aparecem na lista quais são herbívoros, ou seja, se alimentam de folhas?
· Quais animais vivem na água?
· Quais animais vivem na terra?
· Dos animais dessa lista, quem tem algum em casa?
AQUISIÇÃO DA ESCRITA:
- Apresentar duas imagens para escrever o nome dos animais.
- Dos animais que aparecem na lista, escolha dois que podemos criar em casa e escreva no seu caderno.
- Leia as palavras. Escreva quantas vezes você abre a boca para falar
PALAVRA
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QUANTAS SÍLABAS AO TODO?
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QUAL PRIMEIRA SÍLABA?
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QUAL ÚLTIMA SÍLABA?
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GALINHA
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JACARÉ
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PATO
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PAPAGAIO
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OBS: Usar a cartela didática nº 7
ESCREVENDO DO SEU JEITO:
Escreva o nome do animal que você mais gosta.
JOGO DA MEMÓRIA
Material:
Imagens de animais (pares serão formados a partir da igualdade de sons da sílaba inicial) /colar em cartolina ou duplex
REGRAS DO JOGO:
Organizar duplas de jogadores;
Espalhar cartelas com imagens viradas para baixo;
Cada criança, na sua vez, vira duas cartas para tentar encontrar figuras que tenham o mesmo som inicial; ex: jacaré/javali arara/abelha
Ganha o jogo quem consegui o maior número de cartelas.
Rotina didática – Segunda-feira
Planejamento trava-línguas
BENEDITO BENTO BRITO BRÁS
PEDRO PAULO PEREIRA PRADO
PEDRO PONTES PEDROSA
RAMON RAMOS ROMÃO
ROSA ROSÁRIO RESENDE
VINÍCIUS VAZ VIEIRA VASCONCELOS
JOÃO JORGE JUNQUEIRA JÚNIOR
OBJETIVO: TRABALHAR A CONSCIÊNCIA DA PALAVRA.
TEMPO PARA GOSTA DE LER
Opção de cada professor
RODA DE LEITURA E ORALIDADE
Leitura de trava-língua p.31 (proposta) p.7 (caderno do aluno): BENEDITO BRÁS BRITO
1.MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS PRÉVIOS
· QUANTOS NOMES DE PESSOAS VOCÊS CONHECEM COM A LETRA B?
· E SOBRENOMES?
2.FAZER A LEITURA DO TRAVA-LÍNGUAS EXPOSTO EM CARTAZ (de maneira pausada)
LENDO E COMPREENDENDO
1. PERGUNTAR AOS ALUNOS SE NO TRAVA-LÍNGUA APARECEM NOMES CITADOS POR ELES.
2. O PROFESSOR FARÁ A LEITURA DE FORMA RÁPIDA PARA QUE OS ALUNOS PERCEBAM A SONORIDADE.
3. SOLICITAR A UM VOLUNTÁRIO UM NOME COM A LETRA J E PINTAR.
O PROFESSOR FARÁ A ANÁLISE ESTRUTURAL:
· QUAL A PRIMEIRA LETRA?
· QUANTAS LETRAS TÊM ESSA PALAVRA?
· QUANTAS VEZES ABRIMOS A BOCA PARA PRONUNCIÁ-LA?
SOB O COMANDO DO PROFESSOR, OS ALUNOS PINTARÃO NO CADERNO DE ATIVIDADES OS NOMES QUE APARECEM NO TRAVA-LÍNGUA.
TEMPO DE AQUISIÇÃO DA ESCRITA
OBJETIVO: COMPOR LINGUISTICAMENTE AS PALAVRAS QUE APARECEM NO TRAVA-LÍNGUA.
ESTRATÉGIA: COMPLETAR O ACRÓSTICO COM ALGUNS NOMES QUE APARECEM NO TRAVA-LÍNGUA.
PAULO/ JORGE/ BENEDITO/ RAMON/ JOÃO
ESTRATÉGIA: ESCREVER O ACRÓSTICO NA LOUSA, FAZER A CONSTRUÇÃO COLETIVA E PEDIR QUE CADA ALUNO FAÇA O REGISTRO EM SEU CADERNO.
ESCREVENDO DO SEU JEITO:
ESCREVER DE ACORDO COM SUAS HIPÓTESES OS NOMES DE PESSOAS QUE APARECEM NO TRAVA-LÍNGUA.
ESTRATÉGIA: O ALUNO ESCOLHERÁ O NOME QUE MAIS GOSTOU NO TRAVA-LÍNGUA
sábado, 5 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Proposta Pedagógica de Amália Simonetti

Proposta Alfabetizar Letrando tem como desafio: alfabetizar e letrar, com qualidade, as crianças do 1º ano do ensino fndamental Estado da Bahia.
Alfabetizar letrando significa propiciar ao mesmo tempo a aquisição da leitura e escrita e a inserção na cultura escrita; é possibilitar ao aprendiz a compreensão do sistemaescrito em/no uso das práticas sociais, culturais de leitura, oralidade e escrita e dos procedimentos nelas envolvidos: os procedimentos do falante, do ouvinte, do leitor e do escritor.
Alfabetizar letrando significa propiciar ao mesmo tempo a aquisição da leitura e escrita e a inserção na cultura escrita; é possibilitar ao aprendiz a compreensão do sistemaescrito em/no uso das práticas sociais, culturais de leitura, oralidade e escrita e dos procedimentos nelas envolvidos: os procedimentos do falante, do ouvinte, do leitor e do escritor.
A linguística como ciência da língua/linguagem fundamenta a proposta didática. Para alfabetizar temos, necessariamente, de recorrer aos estudos da linguística que abarcam várias áreas: fonética, fonologia, morfologia, sintaxe, semântica, análise do discurso, sociolinguística e a psicolinguística.
Sociolinguística como Prática Social
de Linguagens Humanas
Bakhtin afirma que não basta apenas se apropriar do código alfabético. Os aprendizes precisam mergulhar na linguagem experimentando e vivenciando os sentidos dos enunciados, da comunicação verbal.
A Lebre retrucou...
― “vejo o que como” não é a mesma coisa de “como o que vejo”...
― “gosto de tudo que tenho” não é a mesma coisa de “tenho tudo que gosto”...
― “respiro quando durmo” não é a mesma coisa de “durmo quando respiro”...
Psicolinguística – a psicogênese da língua escrita
Os estudos de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky mostram que o aprendiz, até apropriar-se do sistema alfabético, formula várias hipóteses sobre a escrita.
Apropriação do sistema alfabético
Aprender a ler e escrever
Para a apropriação do sistema alfabético, é indiscutível a importância de se propor aos alunos atividades que provoquem reflexão metalinguística.
As atividades de análise fonológica para a reflexão da sonoridade/sílabas das palavras e as atividades de análise estrutural para a reflexão da composição das letras nas palavras.
Atividades de análise fonológicas para que ele compreenda que a escrita representa os sons das palavras...
Atividades de análise estrutural para que ele compreenda como a escrita representa.
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA
MATERIAIS DIDÁTICOS PARA OS ALUNOS














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