sábado, 2 de fevereiro de 2013

ATIVIDADES CARNAVAL/MISTURA DE ALEGRIA


CAÇA PALAVRAS VOLTAS AS AULAS/MISTURA DE ALEGRIA

Como trabalhar textos com o alunos?


Para preparar a atividade, revise o texto de cada dupla para marcar as seguintes questões:
-Palavras que contiverem erros de ortografia;
-Questões relacionadas à separação entre palavras;
-Nas questões relacionadas à linguagem, marque o parágrafo todo e escreva pequenos bilhetes sugerindo alterações.


Conte para os alunos que você revisou os textos escritos por eles e marcou o que encontrou de errado. Distribua os textos e explique suas anotações. Diga que sempre há algum erro nas palavras que você sublinhou, e cada dupla precisa pensar bem e discutir entre si, para descobrir a escrita correta – se for preciso, podem consultar o dicionário para ter certeza. Explique que quando os erros são na forma de separar as palavras você escreveu um número em
cima, para indicar quantas palavras existem naquele trecho.
À medida que as duplas forem terminando, oriente para que releiam todo o texto. Faça em seguida uma nova leitura junto com as crianças e, se já tiverem corrigido tudo, proponha que ajudem outras duplas.

Uso do rascunho e passando a limpo o texto

Entender a importância da apresentação do texto – a diagramação, a limpeza, o traçado e a legibilidade das letras – na comunicação com o leitor.
Oriente os alunos para que passem a limpo o texto já revisado.
À medida que as duplas forem terminando, sugira que façam mais uma leitura; a seguir, leia o texto juntamente com as crianças.
 Reescrita de textos
Para preparar a atividade, escolha previamente um texto produzido que cumpra as seguintes condições:
-Esteja bom do ponto de vista da linguagem, com clareza na exposição das informações.
-Escolha um aspecto que queira trabalhar: ortografia, pontuação, segmentação, coerência, coesão etc.
Exemplo: Se o objetivo é trabalhar com a ortografia apresente um texto com erros ortográficos.

No início da aula, informe que os textos produzidos contêm erros e comente que tais erros são esperados, já que os autores são alunos do 2º ano, que ainda estão aprendendo a escrever. No entanto, como o texto ficará exposto no mural e será lido por quaisquer pessoas que circulem pela escola, é preciso corrigir os erros, de modo a facilitar sua leitura e manifestar respeito pelos
futuros leitores.
Converse com os alunos, explicando que você escolheu um texto que está bem escrito, com idéias expostas de maneira clara e linguagem adequada. No entanto, foram cometidos erros tanto na escrita das palavras.
Todos vão ler, tentar apontar os erros e indicar as correções que você deve fazer no texto que está na lousa.
Leia o texto, linha por linha, e deixe sugerirem correções. Se apontarem erros ortográficos, peça-lhes que expliquem qual ou quais letras devem ser substituídas, acrescentadas ou suprimidas.
Ao ler cada linha, marque as alterações sugeridas pelos alunos e, se houver erros ortográficos que eles não perceberam, indique a palavra e diga para observarem com atenção, porque há algo errado.
Se ainda assim não descobrirem, dê a informação correta e faça a alteração necessária.

Como trabalhar com os textos produzidos pelos alunos já alfabéticos?


Olá!!!





Após a produção dos alunos alfabéticos, que já lêem e escrevem convencionalmente, mas que possuem muitos erros, como corrigir o texto destes alunos?

Em vez de considerar os erros como faltas, corrigindo-os um a um, procure olhar para a produção dos alunos como fonte de informação para pautar o planejamento do que ainda precisa ser ensinado.
Fazendo isso, é possível prever que, em breve, ao menos alguns desses erros deixarão de ser cometidos. E sem que o aluno perca algo que nos mostra já ter conquistado: a disponibilidade para produzir textos completos e coerentes.
Faça um levantamento dos principais erros dos alunos, que podem ser ortográficos, textos emendados, questões que precisam ser abordadas para que a turma escreva cada vez melhor, aproximando-se da escrita convencional.
Textos sem segmentação

Um fato freqüentemente observado pelos professores é a escrita das palavras emendadas, sem espaços entre elas.
Por que isso ocorre? Um primeiro aspecto a considerar é que a separação entre palavras é uma necessidade da linguagem escrita. Quando falamos, as palavras fluem, soam ligadas umas às outras. É só no contato com o texto escrito, muitas vezes pela leitura, que o aprendiz de escritor se dá conta de que é preciso separar as palavras com espaços.

Atividade para a separação de palavras:

Depois de ouvir o poema “Chatice”, de José Paulo Paes, lido por sua
professora, reescreva cada verso, observando a separação entre as
palavras. Os números entre parênteses indicam quantas palavras há em
cada verso.

JACARÉ (1) _________________________________________________
LARGADOMEUPÉ (4) _________________________________________
DEIXADESERCHATO! (4) ______________________________________
SEVOCÊTEMFOME, (4) ________________________________________
ENTÃOVÊSECOME (4) ________________________________________
SÓOMEUSAPATO, (4) ________________________________________
ELARGADOMEUPÉ, (5) ________________________________________
EVOLTAPROSEUMATO, (5) ____________________________________
JACARÉ! (1) ______________________________________________
Retirado do blog Minha paixão:Alfabetização.

 

Hipóteses da escrita das crianças

Hipóteses da escrita das crianças

As hipóteses (fases) da escrita da criança segundo Emília Ferreiro são:





• Nível 1: Hipótese Pré-Silábica
A criança:
- não estabelece vinculo entre fala e escrita;
- demonstra intenção de escrever através de traçado linear com formas diferentes;
- usa letras do próprio nome ou letras e números d\na mesma palavra;
- caracteriza uma palavra como letra inicial;
- tem leitura global, individual e instável do que escreve: só ela sabe o que quis escrever;

• Nível 2: Intermediário I
A criança:
- começa a ter consciência de que existe alguma relação entre pronuncia e a escrita;
- começa a desvincular a escrita das imagens e os números das letras;
- conserva as hipóteses da quantidade mínima e da variedade de caracteres.

• Nível 3: Hipótese Silábica
A criança:
- já supõe que a escrita representa a fala;
- tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras;
- já supõe que a menor unidade de língua seja a sílaba;
- em frases, pode escrever uma letra para cada palavra.

• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II
A criança:
- inicia a superação da hipótese silábica;
- compreende que a escrita representa o som da fala;
- passa a fazer uma leitura termo a termo; (não global)
- consegue combinar vogais e consoantes numa mesma palavra, numa tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua escrita socializável. Por exemplo, CAL para cavalo.

• Nível 5: Hipótese alfabética
A criança:
- compreende que a escrita tem função social;
- compreende o modo de construção do código da escrita;
- omite letras quando mistura as hipóteses alfabética e silábica;
- não tem problemas de escrita no que se refere a conceito;
- não e ortográfica e nem léxica.


Não existe o nível ortográfico. Dizemos que a criança está alfabética, mas possui dificuldades em grafar as palavras corretamente.

As atividades podem ser: cruzadinhas, agrupamentos de palavras pela dificuldade ortográfica, jogos, uso do dicionário etc.
Esta e as anteriores foram retiradas do blog minha paixão:Alfabetização.

Como trabalhar com as fases de aquisição da escrita

Como trabalhar com as fases de aquisição da escrita


Com sondagem das fases de aquisição da escrita dos seus alunos, você pode desenvolver uma série de atividades que auxiliam no confronto e avanços das hipóteses de escrita dos alunos.

Aqui estão algumas sugestões:

ESCRITA PRE-SILÁBICA
• Iniciar pelos nomes dos alfabetizandos escritos em crachás, listados no quadro e/ou em cartazes.
• Trabalhar com textos conhecidos de memória, para ajudar na conservação da escrita.
• Identificar o próprio nome e depois o de cada colega, percebendo que nomes maiores podem pertencer às crianças menores e vice-versa;
• Organizar os nomes em ordem alfabética, ou em “galerias” ilustradas com retratos ou desenhos;
• Criar jogos com os nomes: “lá vai a barquinha”, dominó, memória, boliche, bingo;
• Fazer contagem das letras e confronto dos nomes;
• Confeccionar gráficos de colunas com os nomes seriados em ordem de tamanho (número de letras).Fazer estas mesmas atividades utilizando palavras do universo dos alfabetizandos: rótulos de produtos conhecidos ou recortes de revistas (propagandas, títulos,palavras conhecidas).
• Classificar os nomes pelo som ou letra inicial, pelo número de letras, registrando-as;

ESCRITA SILÁBICA
• Fazer listas e ditados variados (dos alfabetizandos ausentes e/ou presentes, de livros de histórias, de ingredientes para uma receita, nomes de animais, questões para um projeto).
• Trabalhar com textos conhecidos de memória, para ajudar na conservação da escrita
• Ditado de palavras do texto.
• Análise oral e escrita do número de sílaba, sílaba inicial e final das palavras do texto.
• Lista de palavras com a mesma silaba final ou inicial;
• Escrever palavras dado a letra inicial;
• Ligar desenho a primeira letra da palavra;
• Usar jogos e brincadeiras (forca, cruzadinhas, caça-palavras);
• Organizar supermercados e feiras; fazer “dicionário” ilustrado com as palavras aprendidas,diário da turma, relatórios de atividades ou projetos com ilustrações e legendas;
• Propor atividades em dupla (um dita e outro escreve), para reescrita de notícias, histórias,pesquisas, canções, parlendas e trava-línguas.
• Produção de textos, ditados, listas.

ESCRITA SILÁBICA-ALFABÉTICA
• Ordenar frases do texto;
• Completar frases, palavras, sílabas e letras das palavras dotexto;
• Dividir palavras em sílabas;
• Formar palavras a partir de sílabas;
• Ligar palavras ao número de sílabas;
• Produção de textos, ditados, listas.

ESCRITA ALFABÉTICA
• Investir em conversas e debates diários.
• Possibilitar o uso de estratégias de leitura, além da decodificação
• Considerar o “erro” como construtivo e parte do processo de aprendizagem
• Produção coletiva de diversos tipos de textos.
• Análise lingüística das palavras
• Reescrita de texto(individual / coletiva)
• Revisão de texto.
• Atividades de escrita: complete, forca, enigma, stop, cruzadinha, lacunado, caça-palavra.
• Copiar palavras inteiras;
• Contar número de letra ou palavra de uma frase;
• Pintar intervalos entre as palavras;
• Completar letras que faltam de uma palavra;
• Ligar palavras ao número de letras e a letra inicial;
• Circular ou marcar letra inicial ou final;
• Circular ou marcar letras iguais ao seu nome ou palavra-chave.
• Produção de textos, ditados, listas.

Sondagem da escrita

Avaliação Diagnóstica / Sondagem da escrita



Avaliação diagnóstica Português - Sondagem da escrita do alunos

É fundamental que no início das aulas seja realizada uma avaliação diagnóstica ou sondagem, para partirmos do que nossos alunos já sabem.
Para iniciar o trabalho, logo nas primeiras semanas de aula, os professores devem realizar “a sondagem” nas classes de alfabetização.
Organizar uma lista de palavras com o mesmo tema. A lista deve ser iniciada com as palavras polissílabas, depois as trissílabas, dissílabas e monossílabas, por último uma frase referente a lista utilizada.

Como realizar a sondagem:

1- Deve ser realizada individualmente.
2- O aluno escreve com letra bastão.
3- Com a lista de 04 palavras, iniciar sempre na polissílaba para a monossílaba.
5- As palavras devem ser escritas uma embaixo da outra.
6- Após o ditado das quatro palavras, deve-se ditar a frase .
7- Evitar palavras com letras contíguas (Ex: CASA – AA)
8- Não soletrar, não silabar.
9- Ditar cada palavra, pedindo a leitura imediata a cada uma delas, o aluno vai indicando com o dedo a leitura (anotar marcas de leitura).
10- O sulfite é o recurso mais indicado para realização desta atividade.
11- O aluno escreve do jeito que sabe, sem interferência do professor.
Ao término da sondagem, o professor registra no ditado, a forma como o aluno leu (global e/ou silabicamente), a fase de escrita em que se encontra e outras informações importantes.

Exemplos:
Lista de animais
DINOSSAURO
CAVALO
GATO
RÃ
Frase: O GATO É MEU.

Lista de material escolar
CALENDÁRIO
CADERNO
LÁPIS
GIZ
Frase: O LÁPIS É MEU.

Veja os exemplos sondagem de escrita de duas crianças:

A sondagem da escrita dos alunos










É fundamental que seja realizada uma avaliação diagnóstica ou sondagem, para partirmos do que nossos alunos já sabem, tornando assim, nosso ensino muito mais significativo e coerente.
Para fazer a sondagem, organizar uma lista de palavras com o mesmo tema. A lista deve ser iniciada com as palavras polissílabas, depois as trissílabas, dissílabas e monossílabas, por último uma frase referente a lista utilizada. Veja exemplos abaixo.
A sondagem deve ser realizada individualmente.
Como realizar a sondagem: Numa folha de sulfite, pedir ao aluno que escreva o seu nome. Abaixo do nome a professora dita a palavra inteira, não em sílabas. O aluno escreve e o professor solicita a leitura da palavra. O aluno lê apontando com o dedo o que escreveu. Ao término da sondagem, o professor registra no ditado, a forma como o aluno leu (global e/ou silabicamente), a fase de escrita em que se encontra e outras informações importantes.
A cada bimestre deve ser realizada uma nova sondagem para verificar os avanços dos alunos.
Exemplos:

Lista de animais
DINOSSAURO
CAMELO
RATO
RÃ
Frase: O RATO SAIU DA TOCA.

Lista de material escolar
LAPISEIRA
CADERNO
LÁPIS
GIZ
Frase: O LÁPIS CAIU NO CHÃO.

A sondagem deve ser realizada tanto com crianças como com adultos em fase de alfabetização.
A cada bimestre deve ser realizada uma nova sondagem para verificar os avanços dos alunos. Utilizar a planilha abaixo para anotar as hipóteses alunos:

atividades carnaval

1- Peça aos alunos que pesquisem as marchinhas de carnaval. Certamente são músicas interessantes para alegrar a festa de Carnaval na escola e para trabalhar com a letra. Socializar as pesquisas no grupo e levar o CD de marchinhas para as crianças cantarem.

2. Registrar a letra de uma das músicas pesquisadas em um cartaz e elaborar painéis com desenhos dos alunos. Exemplo de músicas:


EU SOU O PIRATA DA PERNA DE PAU
DO OLHO DE VIDRO
DA CARA DE MAU
(...)

(TRECHO DA MARCHA PIRATA DA PERNA DE PAU, DE JOÃO DE BARRO, 1946.)

MAMÃE EU QUERO, MAMÃE EU QUERO,
MAMÃE EU QUERO MAMAR, ME DÁ CHUPETA, ME DÁ CHUPETA
ME DÁ CHUPETA QUE É PRO BEBÊ NÃO CHORAR! (BIS)
(...)
(TRECHO DA MARCHA MAMÃE, EU QUERO, DE JARARACA E VICENTE PAIVA, 1936)



3- Trabalhar com o texto de uma música:


Com o CD de marchinhas os alunos cantam a música. Depois é feita a leitura seguindo a letra da música no cartaz e na cópia em papel sulfite. Mesmo os que não sabem ler, acompanham a letra com o dedo.

A professora pede que procurem algumas palavras e circulem na música como: chupeta, bebê, mamãe.
Depois eles ilustraram a música.



MAMÃE, EU QUERO
MAMÃE, EU QUERO
MAMÃE , EU QUERO
MAMÃE, EU QUERO MAMAR
DÁ A CHUPETA,
DÁ A CHUPETA
DÁ A CHUPETA
PRO BEBÊ NÃO CHORAR
.



4- Imprima um modelo de máscara. Reproduza em cartolina branca na quantidade desejada.
Providencie papel picado, papel laminado, lantejoulas, purpurina, cola plástica colorida, bolinhas de papel crepom, canetas coloridas e outros materiais para os alunos enfeitarem as máscaras.
Por fim, fure nas laterais e amarre um elástico, dando um nó.



5-Organize um baile de máscaras. Os alunos poderão brincar ao som de músicas e desfilar com as máscaras que criaram.